11 abril 2022

Turnê: Projeto "Histórias" vai reunir grandes nomes da música sertaneja no Mineirão

 No dia 13 de agosto, Chitãozinho & Xororó, Bruno & Marrone, Zezé di Camargo & Luciano, Edson & Hudson, Leonardo e Gian & Giovani prometem emocionar o público no gramado do Gigante da Pampulha



Redação/Hourpress

A turnê Histórias – O Show do Século, que reúne no palco, desde 2018, grandes nomes da música sertaneja, promete emocionar os fãs na capital mineira. No dia 13 de agosto, sábado, a partir das 18h, o Estádio do Mineirão (Av. Antônio Abrahão Caram, 1001, Pampulha, Belo Horizonte/MG) será palco para shows completos de Chitãozinho & Xororó, Bruno & Marrone, Zezé di Camargo & Luciano e Leonardo, além de Edson & Hudson e Gian & Giovani, que estarão juntos para a apresentação do projeto Boate Azul.

Será uma noite inesquecível para quem quer matar a saudade dos clássicos e modões do sertanejo. Em 2022, a turnê Histórias vai passar por apenas cinco cidades: Goiânia, Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Cuiabá. A expectativa da organização do evento é que mais de 50 mil pessoas estejam presentes na edição que será realizada na capital mineira.

Além de ser um marco na trajetória do Mineirão, que vai receber os ícones do sertanejo no gramado, pela primeira vez, o Gigante da Pampulha vai contar com setores de mesas em pleno campo. O evento Histórias em Belo Horizonte é uma realização da  Box Dream e  Nenety Eventos. Mais informações e vendas: www.historiasbh.com.br.

Chitãozinho e Xororó

Formada pelos irmãos José Lima Sobrinho (Chitãozinho) e Durval de Lima (Xororó), a dupla nasceu em Astorga, Paraná, sendo considerados hoje como uma das maiores do país. Prova disso, é que eles são recordistas em vendas de discos no Brasil através de canções conhecidas, como, Evidências, Sinônimo, No Racho Fundo e outros hits que os fizeram comercializar mais de 37 milhões de álbuns. Além disso, eles ganharam cinco prêmios Grammy Latino sendo os responsáveis por abrir espaço para a música sertaneja nas rádios e televisão a partir da década de 1980 influenciando diversos artistas do gênero. Já no ano de 2022, foram eleitos como a melhor dupla sertaneja do Brasil e recentemente lançaram o EP - Tempo de Romance, que vem sendo muito bem aceito pela crítica e fãs.

Leonardo

Com uma carreira marcada por grandes sucessos, o cantor que tem mais de 15 milhões de discos vendidos, vem colhendo os frutos de sua dedicação, mas se engana quem acha que o sucesso brotou do nada. Sua carreira iniciou no ano de 1983, ao lado do seu irmão Luís José Costa, o Leandro, ao qual formaram a dupla Leandro & Leonardo. No entanto, somente no ano de 1989, após dois discos gravados, foi que eles estouraram com o Leandro & Leonardo Vol. 3. O trabalho que traz a canção Entre Tapas e Beijos foi o pontapé inicial para uma estrada de sucesso que durou até o ano de 1998, por causa do falecimento de Leandro. Mas, refeito, Leonardo seguiu sua carreira solo e hoje, além de ser um fenômeno nas redes sociais, é um dos nomes mais lembrados do sertanejo.

Zezé di Camargo & Luciano

A dupla que é uma das mais importantes da música sertaneja continua emocionando os fãs por onde passa. Formada no ano de 1991, eles estouraram de vez na mídia através do seu primeiro disco intitulado por Zezé di Camargo & Luciano, que sozinho, vendeu mais de 1 milhão e 900 mil cópias. Pelo sucesso, eles tiveram esse trabalho certificado como disco de diamante e de dali para frente um sucesso atrás do outro. Prova disso é que nos mais de 25 anos de carreira, eles, que chegam a fazer uma média de 130 shows por ano sem perder a energia, vão tocar músicas conhecidas, como, É o Amor, Pra Não Pensar em Você, No dia em Que saí de Casa, Você vai Ver Vivendo por Viver, Indiferença e outros sucessos do seu vasto repertório. Além dessas, a mais nova música Vou Ter de Tomar Uma, lançada no fim do ano de 2021, também vai embalar a apresentação no evento Histórias.

Bruno & Marrone

Com uma carreira marcada por grandes álbuns e muitos hits históricos, Bruno & Marrone ocupam o posto de uma das mais famosas duplas da cena sertaneja do país. Conhecidos nacionalmente por suas composições românticas e baladas sertanejas, como, Quer Casar Comigo?Dormi na Praça, Choram as Rosas, Inevitável, Ligação Urbana e outros sucessos, eles que começaram cedo na música, no ano de 1985, em Goiânia, trilharam um longo caminho até passar dos seus mais de 30 anos de carreira. Recentemente, os sertanejos lançaram o seu mais novo álbum intitulado por Exatamente Agora (2021), que já é um grande sucesso nas rádios e mídias sociais. E, agora, eles desembarcam em Minas Gerais para mais um grande show.

Boate Azul – Edson & Hudson e Gian & Giovani

Duas grandes duplas se reúnem para celebrar a música sertaneja, Edson & Hudson e Gian & Giovani, estarão juntos no projeto Boate Azul Ao Vivo, que trará o melhor do repertório dos sertanejos e uma compilação de grandes sucessos do gênero para o palco do Histórias.

Nascidos e criados no interior de São Paulo, Edson & Hudson, em Limeira, e Gian & Giovani, em Franca, eles escreveram algumas páginas na história do segmento sertanejo. As duas duplas chegaram a se separar por um período e perceberam o quão importantes e fortes são juntos.

Serviço

Histórias

Data: 13 de agosto, sábado

Horário: 18h

Local: Estádio do Mineirão - Av. Antônio Abrahão Caram, 1001, Pampulha, Belo Horizonte/MG

Atrações: Chitãozinho & Xororó, Bruno & Marrone, Zezé di Camargo & Luciano, Leonardo,  Edson & Hudson e Gian & Giovani


Pé de borracha: Jeep® segue na liderança do mercado de SUVs

 O Commander também conquistou o mesmo feito em sua categoria

   Divulgação

A marca também conquistou este feito no trimestre, com 21% de participação entre os utilitários esportivos


Luís Alberto Alves/Hourpress

Compass mantém liderança do segmento de SUVs médios com 38,5% de sua categoria - Commander é o número um entre os D-SUVs com praticamente o dobro de participação de mercado que o segundo colocado A Jeep® encerrou o mês de março na liderança do mercado de SUVs. A marca também conquistou este feito no trimestre, com 21% de participação entre os utilitários esportivos e 30.303 carros vendidos. Além disso, fechou com 8% da fatia do mercado nacional como um todo nos primeiros três meses do ano, um crescimento de quase 1,2 p.p. em comparação ao mesmo período do ano anterior (6,8%). 

Compass e Renegade ainda marcaram presença entre os dez mais vendidos nos três primeiros meses do ano. Em março, além de seguir sendo a número um entre os SUVs, com 10.160 veículos comercializados, a marca conquistou 19,8% share do segmento e emplacou o Commander e o Compass como líderes de suas respectivas categorias. Mais uma vez o Compass liderou entre os SUVs médios, com 4.727 unidades comercializadas e 38,5% de participação em seu segmento. 

O Commander também conquistou o mesmo feito em sua categoria, com 1.835 veículos vendidos e 39% do share de D-SUVs, praticamente o dobro do segundo colocado. “Este trimestre foi especial para a Jeep. Mantivemos nossa posição de liderança entre os SUVs, consolidamos o Compass e o Commander no topo de suas categorias e ainda lançamos o Novo Renegade, que reúne ainda mais capacidade off-road, tecnologia e performance”, comenta Everton Kurdejak, vice-presidente sênior de Operações Comerciais da Jeep para o Brasil

Radicalismo: Ataques de extremistas causam deslocamento em massa de cristãos na Nigéria

 Um trem de passageiros foi interceptado no estado de Kaduna e uma pessoa foi morta

Os ataques provocam deslocamentos de inúmeras pessoas 


Redação/Hourpress

Um vídeo de pessoas fugindo de um ataque ganhou destaque nas redes sociais. Alguns dizem que é de um incidente que aconteceu no estado de Níger, na Nigéria. Porém não há informações sobre o que causou o deslocamento das pessoas. Os parceiros locais da Portas Abertas, organização que apoia cristãos perseguidos em mais de 60 países no mundo, confirmaram que situações como retratadas no vídeo são cada vez mais comuns no país número um em mortes de seguidores de Jesus

Militantes fulani atacam centenas de vilarejos e isso colabora para que haja um deslocamento em massa. No final de março, um trem de passageiros foi interceptado no estado de Kaduna e uma pessoa foi morta. Dias depois, um segurança que patrulhava o aeroporto, que leva o mesmo nome do estado, também foi assassinado. Os guardas locais reagiram e o grupo de radicais foi disperso.

Dois dias depois, criminosos explodiram trilhos de trem no percurso entre a capital, Abuja, e a cidade de Kaduna. Eles começaram a atirar no trem, mataram oito pessoas, feriram 25 e 160 estão desaparecidas. Algumas foram sequestradas e as famílias contatadas para pagamento de resgate.

No estado de Zamfara, os jihadistas também são ativos e assassinaram o filho do comissário de Estado para Segurança, Ibrahim Mamman Tsafe. Já no estado de Plateau, homens armados atacaram uma comunidade durante um festival e mataram 10 pessoas. Há suspeita de que eram extremistas fulani interessados em terras férteis na área, apoiados por grupos radicais islâmicos.

Futuro: Jornada da hiperautomação, desafios e processos com a transformação digital


 Essa automação nos processos dentro das empresas está em alta e só vai avançar ainda mais

    Divulgação
O mundo já está superando o conceito de automação


*Narzio Rodrigues

A utilização de softwares de automação, a partir da combinação de automação robótica de processos (RPA – de Robotic Process Automation, em inglês), Machine Learning, Inteligência Artificial (IA) e assistentes virtuais, ainda não é realidade na rotina de pequenos negócios. Apesar disso, de acordo com a Pesquisa de Automação ABB Robotics 2021, 60% dessas pequenas empresas querem começar a usar processos de automação em até 10 anos e entre as médias, o investimento em tecnologia já faz parte da realidade de 71%.

Com a Indústria 4.0, essa automação nos processos dentro das empresas está em alta e só vai avançar ainda mais. Segundo o Gartner, referência em pesquisa e aconselhamento de inovação para empresas, em seu reporte sobre tendências tecnológicas para 2022, o mundo já está superando o conceito de automação e já investindo em hiperautomação, o que significa um crescimento acelerado do uso de tecnologias que beneficiem os processos em todas as áreas dentro das empresas.

O uso dessa tecnologia se dá principalmente pela necessidade da hiperautomação possuir recursos para colocar em prática tarefas mais complexas em um tempo muito menor, de forma ágil e automática. Isso considerando que os robôs são programados para trabalhar todos os dias e sem pausa, o que gera o aumento de produtividade. A alta tendência é refletida nas projeções também divulgadas pelo Gartner, que analisam que os investimentos em hiperautomação atingirão US$ 600 bilhões até 2024.

Jornada

Para enfim chegar nesse nível de automação, a empresa irá precisar usar de várias ferramentas, incluindo softwares analíticos superavançados de descoberta, monitoramento e automação. Ou seja, precisa-se pensar que a hiperautomação trará mudanças, com avanços, inovações e melhorias, mas também de percepção na estrutura e mentalidade da empresa.

O primeiro passo dessa jornada de transformação dos processos na empresa começa na estruturação e organização, desde dados comerciais até de operação, passando por vários outros necessários para empresa. Importante ressaltar que a automação de um processo de negócios, necessita-se de entender a função e etapas para ser efetivo, senão será apenas um gasto e não investimento, já que a hiperautomação visa contribuir para que os colaboradores não continuem executando tarefas repetitivas e de baixo valor, além de claro reduzir custos operacionais gerais e aumentar a eficiência de todo processo.

Um case da Certsys, onde inicia-se a automação em uma área específica mas impacta na produtividade da empresa como um todo, foi junto a Marfrig, líder global em produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo. Com robôs implementados agilizou os seus pedidos de vendas, após automatizar os fluxos de trabalho. O processo começa com a robótica de digitar o pedido em um tempo médio de 3 a 4 minutos, recebendo uma base de 50 solicitações por dia, vindas do Brasil todo. Antes da implementação, o funcionário recebia o pedido e escrevia manualmente, o que levava em média, 10 a 15 minutos.

Estratégicas

Nesse caso, a eficiência foi medida pelo ganho de horas produtivas dos empregados e da empresa. Em nove meses após a implementação, somente a área de Planejamento e Controle de Produção (PCP) ganhou mais de 1.400 horas que foram realocadas em atividades mais estratégicas. Isso significa que automatizando um processo, que parecia pequeno, implicou em mais horas disponíveis para outras áreas dentro da empresa.

* Narzio Rodrigues, Head de Hyperautomation na Certsys, companhia de TI especializada em transformação digital e inovação


Grana: Custos pressionam resultados da indústria do cimento

 Já a confiança do empresário subiu em março



Redação/Hourpress
 

A acelerada elevação dos custos de produção da indústria do cimento, aliada ao avanço da taxa de juros e inflação, somadas ao ambiente de instabilidade geopolítica mundial têm contribuído significativamente para o baixo desempenho de vendas do setor.
 

Perante esse ambiente instável, a indústria cimenteira verifica significativos reajustes em seus insumos tais como refratários, gesso, sacaria, frete marítimo e rodoviário e coque de petróleo -- item com maior participação no custo de produção do cimento - que chegou a 37% de incremento, apenas no primeiro trimestre do ano.
 

A dimensão do impacto do custo do coque para a indústria pode ser avaliada quando verificamos que de 2020 ao primeiro trimestre de 2022 seu preço foi majorado em 485%!
 

Todo esse ambiente foi determinante para que as vendas de cimento registrassem uma retração de 2,2% nos três primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2021. Em termos nominais foram comercializadas 14,9 milhões de toneladas no trimestre, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).


Imóveis
 

Na comparação por dia útil (melhor indicador que considera o número de dias trabalhados e que tem forte influência no consumo de cimento), as vendas do produto registraram em março 230,3 mil toneladas, um crescimento de 2,1% em comparação a fevereiro e de 4,4% em relação a igual período de 2021. Ainda assim, o resultado trimestral apresentou um recuo de 3,1% ante os três primeiros meses de 2021.
 

O desempenho do setor não foi pior em março devido a demanda do mercado imobiliário. Entretanto, a performance de lançamentos tende a não se sustentar nesses patamares, uma vez que o aumento de estoque dos imóveis, a queda das vendas e os juros altos devem inibir futuros empreendimentos.


 A autoconstrução, importante indutor do consumo de cimento, continua desacelerando em virtude do alto nível de desemprego, da menor renda da população -- registrou o menor valor desde 2012 - e crescente endividamento das famílias, que atingiu 51,9%, o maior valor de toda a série histórica iniciada em 2005. Reflexo desse quadro são as sucessivas quedas de vendas de material de construção no varejo verificadas desde meados de 2021.

 

 

“A disparada dos custos dos insumos do cimento, aliados a uma forte estabilidade do cenário político e econômico, não nos autorizam um prognóstico de bom desempenho como os verificados nos últimos 3 anos. A ambição da indústria em 2022 é manter a sustentabilidade do setor frente a um ambiente terrivelmente pressionado


Pandemia


Os principais indicadores de confiança mantêm a perspectiva de piora desde o final do ano passado. De acordo com estudos da Fundação Getúlio Vargas, os índices de confiança do consumidor1 e da construção2 mantiveram a trajetória de queda, influenciado pela inflação alta, lenta recuperação do mercado de trabalho e elevado endividamento das famílias. Depois da instabilidade gerada pela pandemia, a guerra reacendeu o pessimismo do setor.

 

Já a confiança do empresário subiu em março, interrompendo uma sequência de quedas desde novembro de 2021. Essa melhora é explicada pelo arrefecimento da pandemia e seus efeitos sobre os setores de serviço e comércio. Porém, o resultado poderia ter sido mais robusto se não fossem as incertezas com relação aos impactos do conflito Rússia e Ucrânia, especialmente na inflação de custos, lançando dúvidas sobre a continuidade da recuperação.

 

O anúncio de contratação de novas unidades habitacionais do programa Casa Verde Amarela somado aos investimentos em infraestrutura - principalmente com a utilização do pavimento de concreto nas rodovias do sul do país - trazem -- apesar de pontuais - uma perspectiva de melhora nas vendas de cimento.


Custos

 

No entanto, a maior expectativa vem com a aprovação da Lei da Cabotagem - a BR do Mar - que institui um programa de incentivo de navegação no Brasil. Sancionada recentemente, a iniciativa vai estimular a concorrência e baratear transporte de carga marítimo, como a redução da alíquota do AFRMM (Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante) de 25% para 8% na navegação de longo curso e de 10% para 8% na cabotagem. A sanção dessa lei reduz o impacto da enorme elevação de custos dos insumos importados verificados desde 2020.

 

Ainda que o Brasil tenha atingido o nível de desemprego pré-pandemia(11% em fevereiro, segundo o IBGE), os desafios persistem inúmeros em um país com inflação alta e baixos salários. A indústria do cimento segue acreditando no final da pandemia, mas por outro lado, a inflação de março, a maior desde 1994, acrescenta uma maior incerteza para 2022.

Geral: Formação em Justiça Restaurativa do IPAM ajuda a resolver conflitos nas escolas

 Professoras relatam dispersão, crises de ansiedade, brigas, agressões físicas e desentendimento entre alunos

   Divulgação

Os profissionais da educação não sabem como ajudar melhor seus alunos, e as técnicas da Justiça Restaurativa permitem entender e tentar solucionar esses conflitos


Redação/Hourpress

“A solução de conflitos no ambiente escolar é algo que sempre me preocupou. Mas agora, com o retorno às aulas presenciais, é nítido que o comportamento de muitos alunos está diferente em comparação com o período antes da pandemia. Eles estão mais dispersos, impacientes, agressivos e desmotivados. Os alunos se mostram resistentes a reconhecer e lidar com emoções e sentimentos, e não estão conseguindo resolver seus conflitos pessoais, muito menos os conflitos com outras pessoas. Parecem ter esquecido como desenvolver um diálogo, resolvem tudo com gritos e agressões verbais e físicas.”
 

Quem faz o contundente relato é a professora Tabta Gozodolo Batista, participante da “Formação Prática de Facilitadores de Círculos de Construção de Paz”, realizada pelo Instituto Paulista de Magistrados (IPAM) no âmbito do Projeto de Implantação e Expansão da Justiça Restaurativa na Comunidade de Heliópolis, na zona sul da Capital de São Paulo. Tabta é professora de matemática, mas ocupa atualmente o cargo de Proatec (Professor de Apoio à Tecnologia) na E.E. Manuela Lacerda Vergueiro, em São João Clímaco, bairro da região sudeste da cidade. Ela diz que a formação vem ao encontro das necessidades das escolas, especialmente neste momento de retorno das aulas presenciais, depois do período de ensino remoto por causa da pandemia.
 

“Essa capacitação em Justiça Restaurativa tem sido muito útil, principalmente os Processos Circulares, porque estou podendo adquirir uma bagagem para começar a colocar em prática tudo que venho aprendendo, e que vai me ajudar a tratar da solução dos conflitos na escola, especialmente com tantos registros de crises de ansiedade, brigas, agressões físicas, desentendimento entre alunos e professores, e às vezes até entre professores também. Percebo que os profissionais da educação não sabem como ajudar melhor seus alunos, e as técnicas da Justiça Restaurativa me permitem entender e, de alguma forma, tentar solucionar esses conflitos. Acho que seria muito proveitoso se mais educadores tivessem acesso, condições e tempo para conhecer a colocar em prática as técnicas da Justiça Restaurativa”, disse Tabta Batista.


Processo
 

A segunda etapa da “Formação Prática de Facilitadores de Círculos de Construção de Paz”, realizada pelo IPAM, teve início em fevereiro e, no próximo dia 27 de abril, será realizado o terceiro de uma série de seis encontros presenciais para aplicação dessa capacitação, realizados na comunidade de Heliópolis. A supervisão ocorre uma vez por mês, sempre às quartas-feiras, dividida em dois grupos: um pela manhã, das 8h às 12h, e um à tarde, das 13h30 às 17h30. Os próximos encontros acontecerão em 25/05, 22/06 e 03/08.
 

“Durante o ano de 2021, a etapa formativa do Projeto de Implantação e Expansão da Justiça Restaurativa na região da subprefeitura do Ipiranga (Heliópolis) foi composta de duas etapas: um curso introdutório, desenvolvido para transmitir a ideia, os valores e os princípios da Justiça Restaurativa, e uma capacitação de Facilitadores em Processo Circular, visando trazer autonomia para os profissionais da região, possibilitando o uso desta metodologia restaurativa”, lembra a escrevente técnica do curso, Renata Zarantonelli Barbosa.
 

Para Renata, “neste ano o projeto segue com os encontros de Supervisão, que consistem no apoio e acompanhamento para desenvolvimento de ações concretas na região de Heliópolis, levando à prática os conceitos e ferramentas exploradas até então”. Nessa etapa, segundo ela, “além da orientação no planejamento da estrutura dos Processos Circulares, os próprios planos de ação serão construídos em conjunto, com a participação das formadoras e dos facilitadores formados, integrantes da Rede de Apoio do território. Também serão proporcionados momentos de estudos teóricos, associando-os à prática. É um período de acompanhamento qualificado, importante para o início das ações”, destacou.


Convívio
 

Para Marcelo Salmaso, membro do Grupo Gestor da Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) e um dos coordenadores do curso, “todas as etapas da capacitação são importantes porque a Justiça Restaurativa é um convite à mudança de um paradigma de convivência social, e para que se deixe a lógica e as diretrizes do individualismo, do utilitarismo, do consumismo e da exclusão, que fomentam a competição e a guerra de todos contra todos em todas as ambiências do convívio.


 Seja nas relações interpessoais, familiares ou institucionais, e um convite para construir uma sociedade e uma estrutura de convivência social pautada por outras diretrizes, como tolerância, diálogo no atendimento das necessidades, reparação de danos e construção de novos caminhos e responsabilidades individuais. Ao mesmo tempo é baseada na consciência da responsabilidade coletiva de toda uma comunidade, que se corresponsabiliza pelo que aconteceu, no sentido de garantir suporte às necessidades das pessoas e atuar nos fatores que motivam o conflito e a violência, para que eles não gerem novos conflitos e novas violências”.
 

Início do projeto


A primeira formação surgiu dentro de um projeto que já existia na região da Comunidade de Heliópolis, desde 2005, e durante muitos anos foi um dos primeiros no Brasil a ter uma iniciativa de Justiça Restaurativa, que depois foi interrompida. O curso foi um projeto-piloto que era para ter acontecido presencialmente em 2020, com a finalidade de retomar o projeto antigo. Mas com a pandemia, dos 100 inscritos, apenas 61 concluíram o curso on-line.
 

Em 2021 teve início o projeto-piloto da Capacitação de Formadores em Processo Circular, que também foi realizada em duas turmas e em seis encontros, só que em períodos diferentes (turma 1: setembro e outubro e turma 2: novembro e dezembro) e as aulas eram realizadas das 8h30 às 17h30.
 

O curso é fechado e tem a participação de funcionários de órgãos do Poder Judiciário, servidores de escolas estaduais e colaboradores de ONGs, que foram inscritos no projeto criado por meio de parceria firmada entre o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), através do Grupo Gestor da Justiça Restaurativa na Coordenadoria da Infância e da Juventude, o próprio IPAM, a Escola Paulista da Magistratura (EPM), a Associação Paulista de Magistrados (Apamagis) e a Diretoria de Ensino Região Centro-Sul da Secretaria Estadual de Educação.

Lança chamas: Conheça o livro "O flagelo do desemprego"

 É fato que o mundo do trabalho mudou muito

Tony Fernandes


Luís Alberto Alves/Hourpress

O que descrevo neste livro é mais que economia real. É a realidade. Quando lemos sobre o desemprego ou fechamento de uma fábrica, nem sempre lembramos que aqueles números são pessoas. Gente como você, ou eu, que saía de casa para trabalhar e se vê sem trabalho, sem recursos, sem respeito, sem chão.

O próprio trabalho pode ser uma fonte de sofrimento mental. Há estudos que tratam disso. E a falta de trabalho, de emprego, pode desestruturar uma pessoa ou uma família. Em minha narrativa, mostro o que pensa, sente e sofre um desempregado.

É fato que o mundo do trabalho mudou muito. Automação, terceirização, novas modalidades. Fábricas produzem muito mais com muito menos gente. O setor financeiro, de lucros extraordinários, nas últimas décadas reduziu significativamente sua mão de obra, com o avanço dos serviços digitais.

Olhos

Agora também cresce o que se chama de trabalho por aplicativos, a “uberização” do trabalho, que ainda carece de regulamentação, mas expõe transformações que nem sempre nos damos conta. O “apito da fábrica de tecidos” da canção de Noel Rosa já não se escuta – foi substituído por um iphone.

Em meu relato direto, mostro os olhos de um desempregado (que procura uma vaga), as pernas de um desempregado (que se desloca para todo lugar em busca de uma vaga) e os dilemas de quem encontra apenas portas fechadas.

Em tempo: o Brasil fechou 2021 com taxa média de desemprego de 13,2%, a segunda maior da série histórica do IBGE. Isso equivale a 13,9 milhões de pessoas desempregados. Há ainda os chamados subutilizados (gente que gostaria de trabalhar mais), os desalentados (aqueles que desistiram de procurar trabalho) e uma imensa massa de informais, que compõem 40% da população ativa.

O livro O flagelo do desemprego pode ser comprado através da plataforma digital amazon.com.br, por meio do link O flagelo do desemprego: https://www.amazon.com.br/dp/B09XN6PNV7/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&crid=BBP55VVPJBGE&keywords=O+Flagelo+do+desemprego&qid=1649700230&sprefix=o+flagelo+do+desemprego%2Caps%2C210&sr=8-1 ou edição de papel pelo whatsapp 11 95691-4434, onde será passado o endereço para a entrega e a forma de pagamento. No amazon, a edição sai por R$ 24,00 e a de papel, R$ 35,00, incluído o preço do frete.

Histórico

Em 35 anos de profissão trabalhei no Diário Popular, DCI, Folha da Tarde, Metrô News, Folha Metropolitana, Imprensa Oficial do Estado de SP, revista Noivas, Revista Cipa, Revista TruckMotors, Revista Revenda Construção, assessoria de imprensa no SindiQuímicos Guarulhos e CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Químico). Em paralelo escrevo para dez blogues, que juntos somam cerca de 1,7 milhão de acessos, entre eles hourpress, blackmusicworld, sallcompimenta, cajuisticas etc.

Luìs Alberto Alves, jornalista e editor do blogue Boca Ligeira

 

 

31 março 2022

Pra dançar: Danzo e Igão colaboram no single "Longe dos Falsos"

 “Longe dos falsos”, produzida por Nagalli, é o registro do desfecho de quem hoje colhe os frutos de uma realidade



Redação

Representando a realidade que compartilham, Danzo e Igão – apresentador do maior podcast do país, o Podpah – se unem no single que entrega uma nova perspectiva à ostentação tão presente no trap. “Longe dos Falsos” canta as vitórias na cena e a importância de se rodear com os seus. A faixa é a segunda a ser lançada da versão deluxe da mixtape Trap de Quebra, prevista para o primeiro semestre. Pela Labbel Records – selo de trap da Boogie Naipe – a música chega hoje, 30 de março, às plataformas de streaming (ouça aquie ainda acompanha um videoclipe  (assista aqui).

“Longe dos falsos”, produzida por Nagalli, é o registro do desfecho de quem hoje colhe os frutos de uma realidade que antes não era nem idealizada. As vivências do trapper paulistano Danzo, cria do Jardim Nakamura, e do podcaster Igão, de Osasco, se cruzaram em diferentes períodos de suas trajetórias, resultando nas faixas "Artigo de Grife" (assista ao videoclipe aqui) e "Malandro Chique" (assista ao videoclipe aqui); e, agora, ambos cultuam as vitórias da vida no novo single. “É um reflexo do que eu quero pra minha vida agora, que é ficar longe dos falsos e rodeado dos que são de verdade”, resume Danzo, que é completado por Igão: “Gostei do som porque é muito pra cima, de muita prosperidade, e acho que é disso que a gente precisa”.

A faixa sucede o lançamento de “Trap de Cria 2” (assista ao videoclipe aqui) e não é o primeiro lançamento entre ambos, que já colaboraram em outros dois singles. “Eu conheci o Igão quando a gente se trombou no estúdio, e de lá pra cá nos aproximamos, viramos amigos e sempre estamos planejando coisas novas de projeto para lançar”, conta o trapper. “Não é muito fácil conciliar as gravações do Podpah com estúdio, clipe, música… mas eu tenho me esforçado bastante pois o trap que eu venho cantando é algo que eu gosto muito fazer”, completa Igão. 

“Para além do que o próprio título da faixa fala, de querer estar longe dos falsos, o videoclipe mostra do que a gente quer tá perto. Foi muito bacana poder somar no time que produziu o trabalho, foi um set bem família e um clima de muita prosperidade, com o Neguinho da Favela, também o Yunk Vino”, relata Jef Delgado, que além da fotografia, também colaborou com alguns toques da produção do audiovisual. “Foi como uma confraternização”, finalizou. 

 

Ouça “Longe dos Falsos”
Assista ao videoclipe de “Longe dos Falsos”

Dinheiro no bolso: Recuperação de créditos tributários: qual a urgência em buscar este direito?

 A exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da COFINS



Frederico Amaral

A Recuperação de Créditos Tributários (RCT) é um direito assegurado a todo contribuinte que tenha recolhido impostos, taxas ou contribuições de maneira indevida ou a maior. Quando este recolhimento tributário indevido ocorre por descuido ou falta de conhecimento - ou seja, a legislação dá um comando e o contribuinte executa outro - a recuperação ocorre no âmbito administrativo. É o caso, por exemplo, de uma empresa que realiza uma classificação fiscal incorreta e recolhe tributos sobre um produto não tributado.

Por outro lado, existem hipóteses em que as empresas recolhem os tributos estritamente como determina a legislação, mas existe a possibilidade de discutir a legalidade ou a inconstitucionalidade da norma. São as chamadas teses tributárias, através das quais as empresas ingressam com ações judiciais, questionando a legislação vigente e pleiteando a interrupção da exigência, bem como a recuperação de tudo aquilo que foi indevidamente recolhido.

A exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da COFINS foi um exemplo de tese tributária julgada de maneira favorável aos contribuintes. Entretanto, aqueles que já haviam ingressado em juízo com este questionamento antes da decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal, ganharam o direito de recuperar os valores passados, ao passo que as demais empresas só puderam se beneficiar da data do julgamento em diante.

Valores

Por isso, diante das várias possibilidades de recuperação de créditos pela via judicial, existem fortes motivos pelos quais é urgente ingressar em juízo o mais rapidamente possível, com teses como a exclusão do ISSQN da base de cálculo do PIS e da COFINS - nesse caso, o INSS incidente sobre verbas indenizatórias ou a limitação da base de cálculo da contribuição para outras entidades em vinte salários-mínimos. Em caso de êxito das ações, as empresas poderão assegurar o direito ao não recolhimento de impostos, taxas ou contribuições, bem como a recuperação dos valores recolhidos indevidamente nos cinco anos anteriores à data do protocolo dos processos.

O primeiro motivo relevante para não postergar o questionamento judicial das teses tributárias é a prescrição. De acordo com o artigo 168 do CTN (Código Tributário Nacional), o direito de pleitear a restituição de pagamentos indevidos extingue-se com o decurso do prazo de cinco anos. Em outros termos, os contribuintes só podem requerer os tributos recolhidos de maneira indevida nos últimos 60 sessenta meses, contados a partir da data do protocolo do pedido administrativo ou da ação judicial. Isso significa que, a cada mês que passa, perde-se o equivalente a este período de recuperação. A demora para ingressar em juízo pode significar prejuízos substanciais. Por isso, quanto antes a ação for protocolada, maior o valor a ser restituído.

Outro fator a ser considerado é o risco de modulação. Muitas teses de Recuperação de Créditos Tributários são resolvidas no STJ ou STF, que decidem pela ilegalidade ou inconstitucionalidade de determinadas normas. Entretanto, tais decisões podem ser moduladas, ou seja, pode ser estabelecido a partir de quando a decisão valerá. Se houver modulação e a decisão passar a valer somente para eventos futuros, as empresas que não ingressaram em juízo previamente perdem o direito de pleitear os valores indevidamente recolhidos nos últimos cinco anos.

Gestão

E o que dizer da crescente necessidade de capital para as empresas? Diante de um cenário cada vez mais competitivo, é essencial para qualquer negócio reduzir a carga tributária, bem como recuperar os valores que foram indevidamente recolhidos. A diminuição da carga tributária proporciona alívio de caixa, melhora a gestão e possibilita a realização de investimentos para expansão do negócio. Já a recuperação de créditos injeta novos recursos nas empresas, que podem ser utilizados para regularizar passivos, investir em tecnologia, pessoal, infraestrutura e outras melhorias. Várias empresas já estão adotando a RCT como estratégia para ampliar sua participação no mercado. Aqueles que demorarem para tomar esta atitude, correm o sério risco de ficarem para trás.

Por fim, existe muita incerteza sobre a Reforma Tributária, atualmente discutida no Congresso Nacional. Vários setores econômicos argumentam que poderá haver aumento substancial da carga tributária ou o corte de benefícios fiscais atualmente vigentes. De qualquer forma, o profissional tributarista deve levar aos seus clientes todas as possibilidades de recuperação para que, em uma eventual reforma, as empresas tenham créditos acumulados para compensar com os novos tributos criados. O quanto antes forem protocoladas as ações judiciais pertinentes, mais cedo os créditos poderão ser constituídos, gerando um fôlego adicional para a adaptação à nova sistemática tributária - além de um diferencial competitivo frente a outras empresas que não acumularam créditos para esse momento.

Importante salientar, porém, que de nada adianta ganhar um processo, se não for possível liquidar os valores ou realizar o levantamento preciso dos créditos. Nesse quesito, a tecnologia deve ser uma aliada preciosa e indispensável, permitindo que os cálculos sejam efetuados de maneira segura e assertiva. O uso de um sistema de recuperação de créditos simplifica e agiliza todo o fluxo de trabalho, na medida em que é possível importar arquivos fiscais e realizar eletronicamente o levantamento de valores indevidamente recolhidos.

O tempo está passando. Aqueles que ainda não pleitearam judicialmente as diversas oportunidades de recuperação de seus créditos tributários devem, urgentemente, buscar o auxílio de profissionais qualificados que possam conduzir esse processo de forma ágil e assertiva. Em caso de êxito, as empresas terão enormes benefícios, como a melhora da saúde financeira, a viabilização de investimentos estratégicos e o crescimento estruturado do negócio.

Frederico Amaral é CEO da e-Auditoria, empresa de tecnologia especializada em auditoria digital.

 

ORDEM DO DIA: EXERCITAR A MEMÓRIA, DEFENDER A DEMOCRACIA, EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS

 


Aproveita! Empresa abre inscrições para curso gratuito de tecnologia


Seidor Academy tem o objetivo de capacitar profissionais em formação para o mercado de trabalho

A chance de ganhar mais sem trabalhar muito


Redação

Oferecer conhecimento. Esse é o intuito da Seidor Academy, um projeto criado pela Seidor Brasil, que tem o objetivo de atrair estudantes para aprenderem mais sobre o universo de tecnologia e inovação. A intenção é que, por meio dessa iniciativa, sejam recrutados mais jovens para ingressarem na área.

O setor vem ganhando força nos últimos anos, com a alta empregabilidade trazida pela digitalização das empresas. Contudo, mesmo diante de grandes oportunidades, o segmento ainda enfrenta a alta escassez de pessoas qualificadas para suprir as demandas do mercado. No Brasil, 46 mil pessoas são capacitadas anualmente para atuarem na área de tecnologia da informação – mas, a balança não se equilibra. Projeções da Brasscom indicam que serão necessários 70 mil profissionais por ano para ocupar as vagas ofertadas no mercado.

Diante da necessidade de capacitar jovens para atuarem na área, o projeto desenvolvido pela Seidor teve início há cinco anos, em Belo Horizonte. Desde então, vem oferecendo na capital mineira e região metropolitana, a abertura de duas turmas por ano no formato híbrido para o curso “ABAP”, que tem como foco ensinar a linguagem do universo SAP. Entretanto, o programa apresenta novidades em 2022.

Pela primeira vez, a Seidor Academy será disponibilizada para estudantes de todo o todo Brasil, de forma online, para democratizar ainda mais o acesso à informação. Serão oferecidos dois novos programas: Fiscal, que ofertará aulas divididas em seis módulos com conteúdo sobre ICMS, IPI, ISS, PIS E CONFINS, IRPJ e CSLL e ECD; e MM, que terá os módulos de conceitos fundamentais, dados mestres e parametrização, compras e processo de entrada (lançamento).

As vagas serão ofertadas exclusivamente para estudantes que estiverem cursando ensinos técnicos e superiores. Para o Fiscal, os alunos devem estar a partir do 5º período dos cursos de Administração ou Ciências Contábeis. Já na MM, além dos cursos citados, poderão se candidatar também aqueles que cursam a área de Sistema de Informação e afins.

Os cursos serão terão duração de, em média, um mês, cumprindo a carga horária de três a quatro horas por dia. Ainda, ao final, aqueles que tiverem um melhor aproveitamento ao longo do período de aulas serão convidados para ingressarem no programa de estágio da Seidor. “A ideia é que, através dessas academias, possamos selecionar aqueles que se destacarem para fazerem parte do nosso time e ajudá-los a construírem uma carreira promissora”, diz Patrícia Rocha, responsável pelo processo de recrutamento do Seidor Academy, em Belo Horizonte.

As aulas 100% online acontecerão entre os dias 11 e 29 de abril para a Academia Fiscal, e do dia 25 de abril até 18 de maio para a Academia MM. O ABAP está no processo de seleção de participantes, com aulas previstas para abril, além da abertura de mais uma turma em agosto. As inscrições para as turmas das academias já estão abertas e podem ser realizadas até o dia 07 de abril, sendo necessário enviar um vídeo currículo, contando sua trajetória para rhbrasil@seidor.com.br.

 

Flash black: Isley Brothers e a linda "The Highways of My Life"

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