29 novembro 2021

Pé de borracha: Citroën lança o Ë-JUMPY, utilitário focado na inteligência eletrificada

    Divulgação


Furgão médio elétrico faz parte do plano estratégico da Marca para os próximos quatro anos: o Citroën 4ALL;

• Chegada do Ë-JUMPY representa o primeiro capítulo do plano de eletrificação da Citroën e estabelece novo padrão para a sua categoria no Brasil;
• Versátil e eficiente, o modelo é fiel a estratégia da Citroën em criar soluções sob medida para atender às expectativas dos clientes;
• O primeiro veículo elétrico da Citroën no país chega completo com valor sugerido de R$ 329.990.

Luís Alberto Alves

Protagonista no mercado de Veículos Utilitários Leves há 90 anos, a Citroën materializa todo seu know how global no Ë-JUMPY, primeiro furgão médio 100% elétrico da marca no Brasil. O modelo chega com valor sugerido de R$ 329.990, uma autonomia de até 330 km e permite pessoas habilitadas com a CNH de categoria B conduzirem o veículo. 

Dentro da estratégia do Citroën 4All, em que a marca trabalha em um plano de produtos para os próximos anos que envolve o lançamento de veículos de passeio e comerciais leves, o primeiro modelo elétrico da marca no país é um utilitário, voltado para o cliente profissional: o Ë-JUMPY. 

Novas respostas para novos tempos, o Ë-JUMPY é um veículo moderno, eficiente e já dono de premiações importantíssimas, que reforçam suas qualidades. Entre eles, o prestigioso título “International Van of the Year 2021”, em que o vencedor é escolhido todos os anos por um júri composto por 25 jornalistas internacionais (Europa, Rússia e Turquia), representando 25 revistas especializadas no segmento. E também, no início de 2021, o modelo elétrico da Citroën foi destaque como “Utilitário do Ano 2021”, na 28ª cerimônia organizada pela revista Argus, na França. 

Painel luxuoso, mesmo para um veículo usado no transporte de carga
A esses reconhecimentos somam-se os “5 zeros” que contribuem para elevar o Ë-JUMPY a um patamar diferenciado no segmento e são responsáveis por intensificar o prazer de conduzir e o conforto a bordo. São eles:

 

1.                   “Zero ruídos”: rodar silencioso graças ao trem de força elétrico;

2.                   “Zero emissões de CO2”: eficiência que respeita o meio ambiente;

3.                   “Zero vibrações”: condução suave, com grande fluidez de movimento e torque instantâneo de 260 Nm;

4.                   “Zero stress”: facilidade de uso e de recarga, aliada a um baixo custo de manutenção;

5.               “Zero concessões”: manutenção da modularidade, do espaço interno e das capacidades do modelo a combustão, com mais tecnologia embarcada, segurança e equipamentos. 

“O Ë-JUMPY é o primeiro passo da Citroën em direção à eletrificação no Brasil e na América do Sul, conforme apresentamos no início de novembro em nosso plano estratégico, o Citroën 4 All. Ele chega para ser o parceiro ideal e atender às necessidades de mobilidade de todos os profissionais, sejam grandes frotistas ou profissionais autônomos que optem por um veículo elétrico, versátil e eficiente para suas atividades diárias”, afirma Vanessa Castanho, Head da Citroën na América do Sul.

 

Ë-JUMPY É SINÔNIMO DE MOBILIDADE VERDE E ALTA PERFORMANCE

 

O utilitário, agora oferecido em uma versão elétrica, já é amplamente reconhecido por sua versatilidade, dimensões, volume de carga e carga útil, que são ideais para os centros urbanos. A nova versão traz sustentabilidade para gama de utilitários Citroën, otimiza os custos de utilização e se distingue das demais configurações da Linha Jumpy nos pequenos detalhes. Visualmente, a diferença está no ponto de recarga situado à frente, na lateral esquerda da carroceria e o novo monograma elétrico “Ë” colocado à esquerda do nome JUMPY, na porta traseira. 

Desenvolvido na plataforma modular multienergia EMP2, o Ë-JUMPY é oferecido no país em versão única, equipado com conjunto de baterias de íons de lítio de 75 kWh e OBC de 11kW trifásico, que garantem autonomia suficiente para que o veículo percorra até 330 km com carga completa em consumo de ciclo urbano no Brasil, segundo INMETRO. 

O uso desta plataforma modular permitiu a introdução do conjunto de baterias abaixo do assoalho, garantindo a preservação do volume útil na versão elétrica. As baterias armazenam e fornecem a energia necessária tanto para o funcionamento do motor elétrico quanto para os equipamentos disponíveis no modelo. Já a performance do furgão é garantida por um motor elétrico, que entrega 260 Nm de torque imediato (26,5 kgfm) e 136 cavalos de potência (100 kW). 

Por dentro, boa parte das exclusividades do Ë-JUMPY ficam estampadas em sua cabine. Entre elas, está o painel de instrumentos com tela 3.5” digital colorida, que concentra informações como o velocímetro, modo de condução, marcha selecionada, nível de carga das baterias e consumo de energia. Outro diferencial encontrado nesta versão é a central de controles de condução, no console central, onde está posicionado o seletor de marchas e-Toggle, que permite escolher entre Park (estacionamento), Rear (marcha a ré), Neutral (neutro) e Drive (condução) e o botão B-Mode, responsável por ativar a função de frenagem regenerativa para preservar ou carregar parcialmente as baterias, além de diminuir o desgaste das pastilhas de freio. 

Em termos de condução, há três opções disponíveis onde a escolha fica a critério de quem está ao volante, de acordo com a necessidade do momento. O modo “Eco” tem como foco a otimização do consumo de energia, o “Normal” garante um melhor compromisso entre autonomia e performance e o “Power” prioriza o desempenho, utilizando-se de máximas potência e torque. 

Há ainda a moderna central multimídia com tela touchscreen capacitiva de 7”, como item opcional, que além das já conhecidas funções de conectividade e espelhamento com Android Auto e Apple Carplay, dispõe de câmera de ré com visão 180º e vista superior do veículo, recurso nomeado de Visio Park.  

Para a recarga do Citroën Ë-JUMPY, basta que o seletor de condução esteja na posição “P” Parking. O tempo de recarga depende da estação de carregamento, podendo variar de 45 minutos em estações de carregamento rápido de 100 kW, para 80% da bateria, a 7h30 em rede trifásica de 11 kW. O modelo ainda é equipado com OBC de 11kW trifásico, que permite uma carga mais rápida em diversas condições.

 

VERSATILIDADE E EFICIÊNCIA: DIFERENCIAIS DO FURGÃO ELÉTRICO CITROËN

 

O Ë-JUMPY não renuncia a nenhum dos atributos que fazem o sucesso da versão à combustão e este é um grande diferencial do modelo. Isso porque o utilitário possui todas as vantagens de arquitetura que fazem da linha Jumpy uma ferramenta de trabalho ideal – dimensões reduzidas, oferece modularidade, ergonomia, amplo espaço interno e uma capacidade de carga otimizada –, aliadas à propulsão elétrica. Ao unir o melhor dos dois mundos, o Citroën Ë-JUMPY estabelece uma nova dimensão de conforto.

 

Entre as principais características que colocam o modelo em posição de destaque estão:

 

·        Autonomia de até 330 km em consumo de ciclo urbano no Brasil, segundo INMETRO;

·        Recarga rápida: até 80% em 45 minutos;

·        Volume de carga de 6,1m3 e 1 tonelada de capacidade de carga, a melhor otimização de carga para a logística urbana;

·        Largura útil de 1,25m entre as caixas de rodas: o que permite o transporte de paletes por exemplo;

·        Fácil manuseio de carga: portas traseiras com abertura 180° e porta lateral deslizante;

·        Agilidade e eficiência: altura de 1.94m, que garante fácil acesso a lugares com espaço reduzido e todos os tipos de garagem;

·        Freios regenerativos que otimizam a autonomia da bateria;

·        Dirigibilidade superior: experiência de condução de veículo de passeio;

·        Tecnologias à serviço da segurança e do conforto;

·        Garantia: 3 anos ou 100.000 km para o veículo e 8 anos ou 160.000 km para baterias de tração.

 

Outro importante diferencial do Citroën Ë-JUMPY é a oferta de três confortáveis lugares na cabine, entrada USB, porta-copos e diversos porta-objetos.

 

TECNOLOGIAS À SERVIÇO DA SEGURANÇA E DO CONFORTO

 

O novo integrante da família Jumpy traz itens adicionais “além do que se vê”. Ou seja, além das diferenças visuais presentes externamente e no cockpit, o Ë-JUMPY agrega equipamentos exclusivos que potencializam a segurança e o conforto, tornando a experiência a bordo ainda mais especial e completa.

 

·       3 confortáveis lugares na cabine (motorista + dois passageiros);

·       Sistema de monitoramento de pressão dos pneus – TPMS;

·       Acendimento automático dos faróis;

·       Freio de estacionamento elétrico;

·       Sensor de chuva;

·       Modos de condução (Eco, Normal, Power);

·       Painel de instrumentos e-Cluster (com Display Colorido 3.5”);

·       Seletor de marchas (e-Toggle);

·       Sensor de estacionamento traseiro;

·       Cabo Modo 2 para carga de emergência;

·       Opcional: Multimídia de 7” e Visio Park (câmera de ré com visão 180°);

·       Cores Disponíveis: Branco Banquise (sólida) e Cinza Artense (metálica).

 

No quesito segurança, o Citroën Ë-JUMPY conta ainda com itens igualmente importantes que são compartilhados com as demais versões da linha Jumpy, como assistente de partida em rampa (Hill Assist), freios ABS, controle eletrônico de estabilidade, airbag duplo frontal com três pontos de proteção, indicador de fadiga (Coffee Cup Alert), luzes de rodagem diurnas integradas, limitador de velocidade e piloto automático. 

O conjunto de suspensões assegura a precisão da trajetória do veículo, ao mesmo tempo que garante a qualidade do amortecimento. Na dianteira, há uma suspensão robusta tipo Mc Pherson com barra estabilizadora, enquanto na traseira a suspensão é do tipo triângulo oblíquo, que permite suportar uma carga útil de até 1.002 kg. 

O cockpit preserva as qualidades já conhecidas da linha Jumpy para garantir que os deslocamentos do dia a dia sejam agradáveis para quem viaja a bordo, o que inclui uma posição de condução alta que permite excelente visualização da estrada, bancos que proporcionam conforto de alto nível, espaço generoso e painel de instrumentos ergonômico, otimizado especialmente para a condução do veículo elétrico.

 

ECOSSISTEMA DA MOBILIDADE: SOLUÇÕES COM FOCO NO CLIENTE PROFISSIONAL

 

O Citroën Ë-JUMPY não chega sozinho! Representante do capítulo inicial do plano de eletrificação da Marca no país, o furgão vem acompanhado por uma série de soluções pensadas em cada momento da jornada desse perfil específico de cliente, e também com um olhar atento à sustentabilidade.

 

Conheça as principais iniciativas que integram esse ecossistema:

 

·       Economia de 60% no plano de revisões, em relação a versão a combustão;

·       Garantia de 3 anos ou 100.000 km para o veículo e 8 anos ou 160.000 km para baterias de tração;

·       Descarte de baterias: o Ë-JUMPY nasce com um projeto já estabelecido em parceria com a Faarte, com ativação por meio do fluxo de atendimento cliente/concessionário;

·       CXC - Customer Experience Center: Referência para veículos elétricos, localizado em Betim;

·       E-Centers em São Paulo e Rio de Janeiro, além de forte plano de expansão em 2022

·       Capacitação de 100% da rede para reparos e revisões em veículos elétricos, a partir do início de 2022;

  • Call center dedicado e prioritário para elétricos;
  • Roadside assistance em território nacional, 24 horas, 7 dias por semana.

 

Em termos de soluções de carregamento, a marca garante uma cadeia de recursos por meio de parcerias, como:

  • WEG – Empresa certificada e homologada da Citroën para oferta completa de infraestrutura, soluções de recarga e consultoria customizada para os clientes profissionais. Multinacional brasileira, a WEG é uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo.

·       CART & TUPINAMBÁ – Para ter acesso facilitado a rede de eletropostos, o cliente contará com suporte da plataforma CART, do Grupo Stellantis. Essa tecnologia de mapeamento dos pontos de recarga é fruto de mais uma parceria firmada pela Marca, desta vez com a Tupinambá, principal startup de infraestrutura de eletromobilidade nacional.

Junto com eles, a Citroën garante a exibição de mais de 750 pontos de recarga por todo o Brasil através do aplicativo, e o melhor: todos eles são auditados pela equipe Tupinambá, a fim de entender se o equipamento está realmente em funcionamento.

 

HISTÓRICO DE SUCESSO NO SEGMENTO PROFISSIONAL

 

A Citroën é incontestavelmente um importante protagonista do mercado de comerciais leves. É difícil esquecer as silhuetas singulares que marcaram a história do automóvel, como 2 CV caminhonete, Type H, C15 ou Berlingo. Um desempenho sustentado por produtos com forte personalidade, que se diferenciam pelo aspecto prático e o conforto exemplar. Modelos inspirados nas utilizações dos clientes, oferecendo diversas possibilidades de adaptação para atender às necessidades de cada profissional. 

A Marca entende que um cliente profissional não tem as mesmas demandas e expectativas que um cliente particular, partindo desse entendimento, foi desenvolvido centros de atendimento e compromissos exclusivos para esse perfil de cliente. Assim, a Citroën demonstra sua vontade de oferecer padrões diferenciados em termos de acolhimento, personalização e conforto à serviço de uma experiência única.

 

CITROËN JUMPY: REFERÊNCIA EM FURGÕES MÉDIOS

 

Lançado em 2017 e com mais de 8.000 exemplares vendidos no país, o Citroën Jumpy trouxe ao mercado brasileiro um furgão médio versátil, robusto e com uma grande capacidade de carga. A gama Jumpy oferece uma linha de produtos equilibrada e disponibilizada em três versões: CARGO, VITRÉ e MINIBUS, e todas elas fazem do Citroën Jumpy o parceiro indispensável para uma clientela profissional com necessidades variadas. 

Com a chegada do Ë-JUMPY no mercado nacional, a Citroën reforça ainda mais seus valores de inovação e sustentabilidade. Essa entrega exclusiva proporcionada pela versão elétrica do modelo permite à Marca, que é referência no segmento de veículos utilitários leves no mundo e também no Brasil, garantir aos clientes de perfil profissional e frotistas soluções concretas para os novos desafios de mobilidade, e com autonomia suficiente para percorrer a maioria dos trajetos. 

É uma nova maneira de realizar as mais diversas atividades do uso profissional, de forma mais sustentável e econômica. E a Citroën se orgulha por atuar como uma importante ponte nesse processo de transição energética, entregando um produto completo e extremamente atrativo.

Saúde: Telemedicina é estratégia para estimular adesão dos homens ao cuidado em saúde

    Arquivo

O serviço é realizado sem custo adicional ao plano e pode ser acessado por aplicativo, disponível em todos os sistemas operacionais, ou pelo site

 O recurso é uma ferramenta eficiente para aumentar o acesso, inclusive com o público masculino

Redação

 A cada três pessoas que utilizam o recurso de teleatendimento da Unimed-Rio, duas são homens. O levantamento, feito a partir das consultas realizadas pela operadora, que atua nos municípios do Rio de Janeiro e Duque de Caxias, mostra que o recurso é uma ferramenta eficiente para aumentar o acesso, inclusive com o público masculino, que historicamente demonstra resistência ao cuidado em saúde.

"Para os homens que, tradicionalmente, visitam menos os médicos, a telemedicina representou uma oportunidade de olhar mais para a saúde. Eles conseguiram, assim, se aproximar dos cuidados básicos, o que deve ser refletido positivamente em uma mudança de postura e de cultura a médio ou longo prazo", afirma Denise Durão, vice-presidente e Diretora Médica da Unimed-Rio.

Para a médica, aproveitando o mote da campanha Novembro Azul, que põe os holofotes para a saúde do homem, estimular a adesão à telemedicina pode ajudar a prevenir questões de saúde que antes apareciam por falta de acompanhamento médico. De acordo com dados da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abrange), cerca de 90% dos casos relatados por pacientes são resolvidos em consultas de telemedicina.

Na Unimed-Rio, já foram realizadas mais de 300 mil teleconsultas desde o início da pandemia, quando o recurso foi autorizado em caráter emergencial. Mais de 71% dos clientes já confirmaram autorização para receber o teleatendimento, e o índice de satisfação entre os que já usaram o recurso é de 92,6%. "A ferramenta é fácil, prática e está a um clique de distância do médico especialista. Isso fez com que todas as pessoas pudessem se cuidar mais, mesmo no momento mais severo da pandemia", disse Denise.

Lançada em maio de 2020, a plataforma de telemedicina da Unimed-Rio conta com mais de 1.200 profissionais cooperados de 50 especialidades. O serviço é realizado sem custo adicional ao plano e pode ser acessado por aplicativo, disponível em todos os sistemas operacionais, ou pelo site.

Saúde: Estação Suzano (SP) da CPTM recebe exposição fotográfica "Parto é Saúde"

    Pixabay

As imagens seguem a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Produção fotográfica de Lela Beltrão mostra momentos e cenas da gestação

Redação

Os passageiros da Estação Suzano, da Linha 11-Coral da CPTM, podem apreciar a exposição fotográfica Parto é Saúde, da fotógrafa Lela Beltrão, a partir desta segunda-feira (29/11) a 29 de janeiro de 2022. A inciativa faz referência ao Dia Internacional de Luta contra a Violência à Mulher, comemorado no mês de novembro.

Nas 16 fotos que compõem a exposição, a fotógrafa clicou mulheres e suas famílias em momentos que antecedem o parto, o nascimento e o pós-parto com o olhar para valorizar o parto natural humanizado. A imagens seguem a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que estabelece que o parto seja vivenciado como uma experiência positiva, de forma segura e valorizando a gestante.

A artista Lela Beltrão começou a se dedicar à fotografia de parto humanizado desde o nascimento da filha, em 2013. Em 2016, ela expôs no Salão de Arte Contemporânea, no Carrossel Du Louvre, em Paris, e lançou o livro "Parto Humanizado: Um olhar artístico sobre o poder do feminino, com fotografias e relatos de parto". "Nascer" é seu segundo livro com fotos de parto humanizado.

Serviço

Exposição Parto é Saúde

Estação Suzano, da Linha 11-Coral da CPTM

De 29/11/21 a 29/01/22

Saúde: A saúde do ouvido pede cuidados no verão

A doença é causada por excesso de água nos ouvidos


A otite tem como sintomas a redução da audição, a sensação de ouvido tampado, dor aguda, zumbido, tontura e febre

Dra. Maura Neves

 Imagine fazer aquela tão sonhada viagem de verão para uma praia paradisíaca. Após meses de planejamento e expectativa, você finalmente coloca o pé na areia branca e... sente uma pontada insuportável dentro do ouvido. Mais comum do que parece, a otite pode afetar pessoas de todas as idades e tem "preferência" pelas altas temperaturas para "atacar".

A médica otorrinolaringologista Dra. Maura Neves, da USP, conta que a infecção de ouvido pode ser média, quando ocorre atrás do tímpano e é causada por vírus ou bactérias associados a problemas respiratórios, como rinite, sinusite, gripe e resfriado; ou externa, ocasionada por excesso de água nos ouvidos ou trauma causado pela inserção de objetos, como hastes flexíveis, grampo etc.

"No verão, vemos um aumento da frequência da otite externa justamente por conta dos banhos de mar e piscina. O canal auditivo é bastante estreito. A água entra e não seca totalmente, deixando a pele muito úmida e gerando fissuras que levam às infecções", explica a médica.

Bastante incômoda, a otite tem como sintomas a redução da audição, a sensação de ouvido tampado, dor aguda, zumbido, tontura e febre. "Na maioria dos casos, a perda auditiva é transitória e o paciente volta a ouvir normalmente no final do tratamento. Porém, há casos em que o tímpano é perfurado e aí a perda auditiva pode perdurar", conta Dra. Maura.

O tratamento, de acordo com a Dra. Maura Neves, é feito com remédios e, dependendo da gravidade, demanda que o paciente deve fique 10 dias longe do mar e da piscina. Logo, para evitar que a otite estrague as férias, é preciso evitar deixar a água entrar nos ouvidos e mantê-los sempre secos, sem usar objetos para limpar ou secar o órgão. "O cerúmen é produzido para proteger a pele do canal. Só deve ser removido se causar alterações auditivas", diz Dra. Maura.

No caso das otites médias, a médica orienta a prevenção com o tratamento da rinite e vacinas para bactérias específicas, como as haemofilos, pneumocócicas conjugadas, vacina da gripe e outras, além de manter uma boa alimentação e descanso, que mantêm a imunidade em alta.

Abaixo, a otorrrino enumera algumas dicas para prevenir a otite:

1. Após nadar, seque os ouvidos com a ponta de uma toalha.

2. Se sentir a presença de água dentro do conduto, deite a cabeça para o lado e encoste a orelha em uma toalha para a saída do líquido.

3. Se a água não sair e ao menor sinal de secreção no ouvido, que pode ser escura ou amarelada, procure ajuda de um otorrinolaringologista.

4. Evite o uso de hastes flexíveis dentro do ouvido: elas servem apenas para limpar a parte externa da orelha e não devem ser introduzidas no canal auditivo.

5. O ouvido úmido pode causar coceira, mas é extremamente importante não colocar nenhum tipo de objeto dentro do ouvido para aliviar a sensação. É preciso prestar atenção, principalmente nas crianças, para que não se machuquem.

6. Em caso de dores, não se deve pingar remédios caseiros. Apenas o médico poderá dar a orientação adequada.

Dra. Maura Neves

• Otorrinolaringologista

• Formação: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

• Graduado em medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP

• Residência médica em Otorrinolaringologia no Hospital das Clinicas Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP

Economia: Importação de gasolina cresce 119% em um ano

    Agência Brasil 

Esse aumento no número de gasolina foi 33% maior do que no ano anterior

Em setembro de 2021, o Brasil importou cerca de 202 milhões de litros, que correspondem a R$137 milhões

Redação

Com receio de um possível desabastecimento de combustível no País, em setembro de 2021, o Brasil importou cerca de 119% a mais de valor de gasolina, em comparação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados divulgados pelo levantamento da Logcomex, startup que revolucionou o comércio exterior com automação e Big Data.

A pesquisa também apontou que em setembro de 2020, o Brasil importou mais de 151 milhões de litros de gasolina, que correspondem a R$62 milhões, já em setembro deste ano, foram importados 202 milhões de litros, que correspondem a R$137 milhões. Esse aumento no número de gasolina foi 33% maior do que no ano anterior.

Para evitar o desabastecimento do setor, a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A) avalia aumentar o volume de importação de combustíveis, de acordo com fontes do setor. Nas análises, as equipes da estatal avaliam as previsões de consumo, os preços a serem praticados, o nível de estoques de importadores e distribuidores.

Após ter a capacidade de refino praticamente no limite, a Petrobras já elevou as importações de derivados em 116,1% no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Nos nove primeiros meses de 2021, o avanço chegou a 86,3%.

Além do aquecimento da economia com grande porcentagem de brasileiros vacinados, segundo uma fonte do setor, as distribuidoras pediram mais gasolina e diesel para a Petrobras porque querem comprar da estatal a um preço menor do que comprariam no exterior. Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem está hoje em 13% no caso da gasolina; e em 17% no do diesel.

Economia: Prefeitura de São Paulo oferece combo de vagas em cursos gratuitos na área de gastronomia

Arquivo

Um dos cursos vai ensinar como fazer bolos e obter renda com a venda


 São cinco cursos que acontecem junto ao Senac; as inscrições são presenciais

Redação


A Prefeitura de São Paulo, por meio da Fundação Paulistana, entidade vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, encerra o ano de 2021 com cinco turmas em um combo de cursos gratuitos de gastronomia, do Programa Municipal Cozinha Escola. As aulas acontecem no centro, zona norte, oeste e sul de São Paulo.

Ao todo, são 100 vagas para cursos de bolos e tortas, cupcakes, cozinha italiana e pizzas, com carga-horária diversificada entre 9 e 20 horas de duração. As turmas acontecem em espaços parceiros, nos Cresan (Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável) Butantã e Vila Maria, no Teia Jardim Edite e no Senac Aclimação.

As aulas são ministradas por professores do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), empresa contratada via edital pela Fundação Paulistana.

"A gastronomia é uma das vocações da cidade de São Paulo e o final do ano é uma ocasião que traz demandas neste sentido como ceias de natal e de Réveillon. Por isso, a Prefeitura abre inscrições para estes cursos na área gastronômica, com o objetivo de preparar profissionais e impulsionar a retomada econômica. Por meio destas capacitações, vamos gerar oportunidades de trabalho e renda", afirma a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e Turismo, Aline Cardoso.

No Cresan Butantã, começou na última segunda-feira (22), o curso de bolos e tortas.

Os interessados pelo universo dos cupcakes podem se inscrever no Teia Jardim Edite, na zona sul. As aulas começam na segunda, 29, das 17h às 20h. O mesmo curso também será oferecido no Cresan Butantã, com aulas a partir de 14 de dezembro, das 13h30 às 16h30.

Já para quem pretende trabalhar com cozinha italiana, há vagas abertas para a turma que começa no dia 6 de dezembro, no Cresan Vila Maria, das 8h às 12h. Também há oportunidades de se qualificar na produção de pizzas, doces e salgadas, no Senac Aclimação, com aulas a partir do dia 13 de dezembro, das 13h30 às 17h30.

Além das aulas, os participantes recebem do Senac seis horas de conteúdo sobre possibilidades de inserção no mercado de trabalho e geração de renda. Como complemento à formação, os alunos também recebem uma orientação de fazer um curso rápido sobre Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, com certificado validado pela Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), responsável pela vigilância sanitária na cidade de São Paulo. Ao final de todos os cursos de gastronomia, os participantes recebem um certificado da Fundação Paulistana.

Sobre o Programa Cozinha Escola

O Programa Cozinha Escola tem a finalidade de promover qualificação profissional gratuita em curto prazo, por meio de cursos, oficinas, workshops e formatos afins. O objetivo é atender às demandas do mercado de trabalho, com foco no desenvolvimento de produtos e de técnicas culinárias, proporcionando rápido o acesso ao mercado, com geração de renda e empreendedorismo.

"O objetivo do Programa Cozinha Escola é utilizar cozinhas de espaços parceiros da Prefeitura em todos os cantos da cidade, buscando facilitar o deslocamento dos interessados. Os cursos possuem curta duração a fim de que o participante, em pouco tempo, tenha capacidade de gerar renda com alimentos preparados na cozinha de casa", explica a secretária Aline Cardoso.

"A Fundação Paulistana sempre busca pela qualidade dos cursos, contratando via edital profissionais e instituições renomadas como o Senac, reconhecida no país inteiro. Nosso objetivo é levar cursos gratuitos a quem precisa, e assim reduzir as desigualdades sociais", ressalta a diretora geral da Fundação Paulistana, Maria Eugenia Ruiz Gumiel. .

Serviço:

Curso de Cupcakes - Zona sul

Vagas: 20

Local: Teia Jardim Edite

Endereço: R. Charles Coulomb, 120 - Cidade Monções,

Inscrições: No local, por telefone 11 9-9564-1883 ou email: teria.jardimedite@gmail.com

Horário: 17h às 20h

Início das aulas: Segunda-feira, 29 /11

Conclusão: 7/12

Curso de Cupcakes - Zona Oeste

Vagas: 20

Local: Cresan Butantã

Endereço: Rua Nella Murari Rosa, 40 - Jardim Olympia

Inscrições: No local

Horário: 13h30 às 16h30

Início das aulas: Terça-feira, 14/12

Conclusão: 22/12

Cozinha Italiana - Zona Norte

Vagas: 20

Local: Cresan Vila Maria

Endereço: R. Sobral Júnior, 264 - Vila Maria Alta

Inscrições: No local ou pelo telefone (11) 2207-8770

Horário: 8h às 12h

Início das aulas: Segunda-feira, 6/12

Conclusão: 13/12

Pizzas Doces e Salgadas - Centro

Vagas: 20

Local: Senac Aclimação

Endereço: R. Pires da Mota, 838 - Aclimação, São Paulo

Inscrições: No local ou pelo aclimacao@sp.senac.br

Horário: 13h30 às 17h30

Início das aulas: Segunda-feira, 13/12

Conclusão: 21/12

Economia: A regulamentação do teletrabalho analisada à luz da pandemia da covid-19

Entretanto, é necessário fazer uma análise das normas de proteção ao trabalho à luz das novas tecnologias


Hoje, ele se desenvolve rapidamente com os recursos de tecnologia

 *Isabelli Gravatá



Com o avanço do desenvolvimento tecnológico, a utilização dos dispositivos móveis e o aumento do consumo de internet e dos demais equipamentos de trabalho informatizados, é possível que a execução dos serviços seja realizada de qualquer lugar. Diante disso, as atividades feitas fora das organizações já são uma realidade no Brasil e no mundo. A pandemia provocada pela covid-19 também impactou de forma significativa para que houvesse uma modernização acelerada. Entretanto, é necessário fazer uma análise das normas de proteção ao trabalho à luz das novas tecnologias, em paralelo à crise sanitária do novo coronavírus.

O teletrabalho surgiu graças ao nascimento de meios de telecomunicação como o telefone, os bipes e os computadores. Hoje, ele se desenvolve rapidamente com os recursos de tecnologia mais avançados, que tornam a vida cada dia mais conectada e apresentam uma grande relevância para solução de problemas sociais modernos.

Em 2011, foi publicada a Lei nº. 12.551 que alterou a redação do artigo 6º da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), possibilitando o reconhecimento de vínculo empregatício entre empregador e empregado que realiza tarefas à distância. Com isso, foi legitimado o trabalho realizado fora do estabelecimento do empregador, com uso da informática ou dos meios telemáticos.

A reforma trabalhista (Lei nº. 13.467/2017) regulamentou o teletrabalho nos artigos 62, III e 75-A ao 75-E da CLT, assegurando que as organizações devem instruir os empregados quanto às precauções que precisam ser tomadas para evitar o risco de acidentes e doenças. Mas, como a discussão sobre o trabalho remoto de forma permanente ainda é nova, o legislador ainda está avaliando o que pode ser considerado um risco no trabalho remoto. O Brasil caminhava para absorver o teletrabalho na rotina, mas, no ano passado, o mundo precisou se adaptar aceleradamente, devido à pandemia global da covid-19. Após a decretação de estado de calamidade, de forma rápida, o mercado de trabalho migrou por completo para o ambiente virtual. O isolamento social, como medida de proteção à saúde, acelerou a necessidade de adaptação do sistema produtivo ao trabalho remoto.

Em março do ano passado, foi editada a Medida Provisória nº 927, em caráter complementar à Medida Provisória nº 928, visando a preservação do emprego e da renda, e o enfrentamento do estado de calamidade pública, englobando a previsão do teletrabalho.

A utilização do trabalho à distância em tempos de pandemia do coronavírus foi necessária. A população precisou enfrentar o lockdown (fechamento do comércio e afins) e a única forma de manter algumas atividades foi através da adoção do sistema remoto.

Nesse sentido, é possível perceber a importância da implementação do teletrabalho para o mundo econômico. Com a pandemia e a necessidade de promover medidas de distanciamento social, esta modalidade se tornou uma das alternativas mais viáveis para as empresas darem continuidade às atividades. Foi uma forma segura de manter os empregados ativos sem a paralisação das operações empresariais. Esse sistema de trabalho passou a ocupar um papel essencial durante a pandemia. Porém, ainda existe uma necessidade de atualização da regulamentação específica, uma vez que os requisitos dispostos na CLT não estão de acordo com as disposições e princípios constitucionais inerentes aos trabalhadores.

O trabalho realizado à distância nos faz refletir sobre a forma como é desenvolvido e se há um verdadeiro respeito ao adequado meio ambiente do trabalho. As relações sociais mudam diariamente e é chegado o momento de mudar também as relações de trabalho. O modelo tradicional, com desempenho das atividades laborativas na sede física da empresa, se mostra cada dia mais ultrapassado, podendo gerar sérios problemas ao desenvolvimento e saúde do trabalhador.

A legislação atual não prevê uma forma de controle ou fiscalização dos locais onde o empregado poderá prestar serviço, nem tem sido fácil controlar a quantidade de horas efetivas de trabalho. Com isso, diuturnamente se ofende o princípio da dignidade da pessoa humana e não se tem um adequado ambiente de trabalho. O fato de a reforma trabalhista ter excluído os teletrabalhadores do capítulo da Duração da Jornada, não pode nos afastar dos preceitos Constitucionais básicos.

É indiscutível o fato que essa temática só tende a crescer, devendo ocupar um papel mais relevante do que no período anterior a pandemia. Não se pode deixar de reconhecer que a utilização do teletrabalho possibilita manter os profissionais empregados, seguros contra o coronavírus e atenuando a curva de infectados. Além disso, garante a estabilidade dos empreendimentos durante o período de crise, mesmo carecendo de uma melhor regulamentação.

Portanto, os questionamentos evidenciaram que o trabalho à distância não impossibilita o cumprimento das normas de proteção ao trabalho contidas na CLT, mas precisam ser adequadas a este verdadeiro avanço tecnológico, bem como ao chamado "novo normal" (um mundo pós pandemia).

*Isabelli Gravatá é professora de Direito e Processo do Trabalho da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio.

Opinião: Com fogo não se brinca

    Tony Fernandes


São inúmeras histórias tristes, que aprendi a visualizar com a lente de jornalista

*Luís Alberto Alves

A nova variante #ômicron da #covid-19, que deixa a #Europa à beira de uma grave crise sanitária, parece não preocupar o governo brasileiro. Como pode em meio à pandemia, governantes concederem o sinal verde para os festejos de #Carnaval?

Parece que os mais de #614 mil mortos pela #covid-19 é algo insignificante. O negócio é festejar, correr para recuperar o tempo perdido trabalhando em #home office, estudando on line, longe dos bares para beber e fofocar sobre a vida do próximo.

O #brasileiro tem a mania de se achar o povo mais esperto do mundo. O restante é bobo, não conhece as regras de driblar as dificuldades. Agora, diversas cidades resolvem tratar a nova variante #ômicron  da #covid-19 como algo sem importância. Na visão delas, o restante do mundo está fazendo puro #terrorismo!

Chateado

Sem puritanismo, mas qual retorno o #Carnaval vai trazer agora, após mais de 600 mil famílias ainda machucadas com a morte de alguém querido? Olhe para os seus vizinhos e pergunte se alguns deles tiveram ou conhecem alguém que foi ceifado pela #covid-19? Você vai encontrar muitas pessoas nesta situação.

A morte de um familiar, parente ou mesmo grande amigo ou amiga nos machuca intensamente. Não é igual #filme ou #novela, em que as pessoas têm corações de pedra. Logo se acostumam com a ideia da perda. Na realidade é diferente. Você fica chateado, triste, às vezes até  #depressivo.

Porque a #covid-19 é diferente de outras #doenças. Tudo começa com a terrível falta de ar, tosse, cansaço ao caminhar e logo inicia a horrível caminhada na #UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Às vezes, em duas semanas alguém sadio e cheio de sonhos vai engrossar a estatística de vítimas fatais da #covid-19.

Contaminado

Como #jornalista, há mais de 34 anos, aprendi a conviver com #tragédias. O dever profissional fez uma couraça nos meus sentimentos para ter estômago e mente de presenciar cenas horríveis. Lembro-me de uma mãe, completamente alucinada, pedindo aos #policiais, na delegacia, para matar o próprio filho pego em flagrante consumindo droga. Envergonhada, imaginou que ela seria julgada por aquele grave problema.

Fiz a #reportagem. Mais tarde retornei para a casa, porém como pessoa, senti o impacto. São inúmeras histórias tristes, que aprendi a visualizar com a lente de jornalista. Porém com a ameaça dnova variante #ômicron da #covid-19 provocar mais estragos, não compreendi a insistência de suspender o uso da máscara, prometer o maior carnaval de todos os tempos, milhões de pessoas nas ruas, bebendo, se contaminando.

O governo brasileiro não pode brincar com fogo. Precisa acordar e perceber que a nova variante #ômicron da #covid-19 pode matar mais pessoas e jogar o mundo em outra grave crise econômica. A ideologia deve ficar de lado. E remar para o mesmo lado. Não podemos concordar que mais pessoas morram. Chega de hipocrisia. Somos adultos. Temos capacidade de entender o que acontece. Sem #Carnaval conseguimos viver, agora sem saúde ninguém permanece de pé. Acorda Brasil!

*Luís Alberto Alves, jornalista e editor do blogue Boca Ligeira.

 

 

22 novembro 2021

Flash Back: Banda Raça Negra e o primeiro grande sucesso "Quero Ver Você Chorar"


Luís Alberto Alves

Em 1991, a banda Raça Negra explodia nas paradas de sucesso e bailes com o hit "Quero ver você chorar". Com apoio do maestro Júlio Vicente (falecido em 2018) e do trompetista Irupê, conseguiram mesclar Samba com Sertanejo e muito molho de Soul Music e nesta trajetória de mais de 31 anos já venderam mais de 35 milhões de discos. 

Nesta trajetória o grupo perdeu o contrabaixista Paulinho, o violonista Édson Café virou morador de rua, o pandeirista Gabu e autor de vários hits da banda, também saiu da banda. A Raça Negra já não emplaca mais sucessos nas paradas como ocorria há 30 anos. Segundo conversas de bastidores, o estilo ditatorial do vocalista Luiz Carlos seria um dos motivos. 

Fim de ano na praia: Biquíni molhado e outros maus hábitos podem causar desequilíbrio na flora vaginal

 Ginecologista orienta mulheres a tomar cuidados simples, que podem promover a saúde íntima 

     Pixabay

No verão, as mulheres precisam tomar cuidado na praia para não contrair doenças
Dra. Mariana Rosario

A vagina é uma região normalmente úmida, que secreta líquido sem cheiro, esbranquiçado ou semelhante à clara de ovo, em volume variável de mulher para mulher. Dependendo do período do ciclo menstrual, essa quantidade de líquido também pode mudar, sendo maior na segunda metade do ciclo – quando costuma sujar a roupa. “Algumas mulheres têm lubrificação vaginal abundante e isso não é corrimento. A cor do líquido também pode ser levemente amarelada porque, em contato com o ambiente externo, o fluido pode sofrer alteração de tonalidade – e isso é normal”, explicou a ginecologista, obstetra e mastologista Mariana Rosario, membro do corpo clínico do hospital Albert Einstein.

 Ela conta que muitas pacientes têm dificuldade de diferenciar a secreção normal da vagina de um corrimento patológico, causado por fungo ou bactéria, e se preocupam. “O corpo dá sinais quando algo não vai bem. No caso de um corrimento, existem odores característicos, coceira e dor, que podem aparecer sozinhos ou em conjunto, e demonstram que aquela secreção não é normal”, diz a médica.

 Sinais de alerta

 Prurido (coceira), odor (cheiro forte) e até dor abdominal ou no ato sexual são indícios de corrimento por fungo ou bactéria. Em relação ao aspecto, o corrimento pode ser acinzentado, esverdeado, parecido com pus, com sangue ou amarronzado. Já o cheiro pode ser bem forte, assemelhando a peixe podre, e estar presente também no final da menstruação. “As causas são bem variadas. Podem vir desde o desequilíbrio da flora vaginal até a presença de agentes infecciosos, como cândida, clamídia, tricomonas, entre outros. As relações sexuais sem preservativos trazem doenças sexualmente transmissíveis, como HPV e gonorreia, que também podem causar corrimentos. Há, ainda, a alteração do pH vaginal por diabetes, uso de antibióticos, quimioterapia outras situações. Por tudo isso, é imprescindível que se consulte um ginecologista e nunca se automedique”, alertou a ginecologista.

 O tratamento é realizado em casa, com uso de medicamentos específicos para cada caso. “Identificamos o agente causador e utilizamos medicamentos via oral e de uso tópico, para aliviar os sintomas imediatamente, proporcionando conforto à paciente. Em alguns casos, o parceiro também precisa ser tratado, por isso, é tão importante que o médico seja imediatamente consultado”, explicou.

 Verão e o corrimento vaginal

 No verão, a incidência de casos de corrimento vaginal podem aumentar devido ao desequilíbrio da flora vaginal. É sempre importante manter a região pélvica arejada. O uso de roupas apertadas e protetores diários podem causar o abafamento da vulva e desequilibrar as bactérias e fungos da região, o que leva ao corrimento.

 Usar biquíni molhado por muito tempo também pode causar o desequilíbrio da região. “É importante não usar roupas íntimas de outras pessoas, realizar a higiene normalmente e optar por trocar o biquíni por um seco sempre que possível”, aconselha a médica. Ela completa: “se possível, dormir sem roupa íntima é aconselhável, já que a pele pode respirar melhor e, assim, proporcionar o desejado equilíbrio da flora vaginal”, disse.

 Resistência bacteriana

 Dra. Mariana Rosario alerta as mulheres para que não utilizem quaisquer medicamentos sem orientação médica. Segundo ela, é muito comum que, ao primeiro sintoma de coceira ou ardor, elas procurem por pomadas que são vendidas nas farmácias, livremente, e se automediquem. “Também há muitas pessoas que utilizam antibióticos que ‘sobraram’ em casa, de tratamentos anteriores, sem consultar um médico. Isso é muito perigoso”, ponderou.

 Ela explica que é difícil, para a mulher, identificar qual é a doença que está causando os sintomas que ela apresenta, porque existem patologias com sintomas bem parecidos – mas, que necessitam de tratamentos diferentes. Assim, não adianta utilizar um medicamento inadequado, porque ele não resolverá o problema e o quadro piorará. “Além disso, quanto mais antibióticos ingerimos, indiscriminadamente, mais resistentes as bactérias podem ficar. E, quando realmente precisarmos de um tratamento, ele pode não fazer efeito”, comentou.

 Outro perigo é não realizar o tratamento pelo tempo correto. “Existem medicamentos que são de dose única, outros necessitam de três, sete ou dez dias de tratamento. Interrompendo o ciclo, também se corre o risco de a doença voltar, cada vez mais forte. Por isso, aos primeiros sintomas, melhor procurar por um ginecologista”, finalizou a médica.

 Sobre a Dra. Mariana Rosario

 Formada pela Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), em 2006, a Dra. Mariana Rosario possui os títulos de especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia pela AMB – Associação Médica Brasileira, e estágio em Mastologia pelo IEO – Instituto Europeu de Oncologia, de Milão, Itália, um dos mais renomados do mundo. É membro da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) e especialista em Longevidade pela ABMAE – Associação Brasileira de Medicina Antienvelhecimento. É médica cadastrada para trabalhar com implantes hormonais pela ELMECO, do professor Elcimar Coutinho, um dos maiores especialistas no assunto. É membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein.

 Possui vasta experiência em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, tanto em Clínica Médica como em Cirurgia Oncoplástica. Realiza cursos e workshops de Saúde da Mulher, bem como trabalhos voluntários de preparação de gestantes, orientação de adolescentes e prevenção de DST´s. Participou de inúmeros trabalhos ligados à saúde feminina nas mais variadas fases da vida e atua ativamente em programas que visam ao aprimoramento científico. Atualiza-se por meio da participação em cursos, seminários e congressos nacionais e internacionais e produz conteúdo científico para produções acadêmicas.

Dra. Mariana Rosario – Ginecologista, Obstetra e Mastologista.

Sinal verde ao câncer de mama: Menos de 35% das brasileiras acima de 45 anos fizeram mamografia em 2021

            Pixabay

 Não ter conseguido atendimento no SUS foi a justificativa


Entre as que não possuem plano de saúde, o número cai para 15%

Redação

O câncer de mama é o segundo tipo mais comum entre as mulheres brasileiras, com número inferior apenas ao de pele. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país deverá registrar mais de 66 mil casos em 2021, mas com um diagnóstico precoce as chances de cura aumentam significativamente. Uma das ferramentas mais importantes para realizar a detecção da doença em estágios iniciais é a mamografia.

Apesar da importância do diagnóstico precoce, um levantamento conduzido pela FEMAMA - Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama - com 1.264 mulheres, no Brasil todo, aponta que apenas 26% das mulheres no país já realizaram uma mamografia este ano, até o dia 01 de novembro. Entre as que não possuem plano de saúde, o número cai para 15%.

Considerando as faixas etárias que apresentam risco maior de desenvolver a doença, o resultado ainda é mais alarmante: entre as mulheres de 45 a 55 anos, apenas 33% fizeram o exame no período, enquanto entre participantes a partir de 56 anos o índice é 31%.

A principal justificativa dada por quem não realizou a mamografia foi não ter conseguido atendimento no SUS (25%), medo de contaminação pelo novo coronavírus (24%, sendo que 20% afirmam que pretendem marcar o exame em breve) e medo de encontrar alguma coisa (6%).

"Os dados coletados no levantamento são muito preocupantes e precisam servir como alerta. O diagnóstico precoce do câncer de mama é de extrema importância para que a mulher tenha mais chances de cura, e a demora na realização dos exames de rastreamento pode levar, nos próximos meses, a um aumento no número de casos em estágios mais avançados e de difícil tratamento", diz Dra. Maira Caleffi, Presidente Voluntária da FEMAMA. "Apesar de a pandemia de Covid-19 ainda não ter acabado, é de extrema importância que as mulheres, seguindo os protocolos de segurança, realizem a mamografia".

Fatores de risco e "As Três Perguntas que Salvam"

A FEMAMA também perguntou às mulheres se elas estão atentas a outros dois cuidados com a saúde que são considerados fatores comportamentais de risco para o câncer de mama. Por isso, a pesquisa, além de questionar se "você já fez sua mamografia esse ano", também trazia as perguntas: "você tem controlado seu peso?" e "você tem feito atividade física regularmente?".

De acordo com o INCA, cerca de 13% dos casos da doença em 2020 no Brasil (aproximadamente 8 mil ocorrências) poderiam ter sido evitados pela redução de fatores de risco relacionados ao estilo de vida, em especial, da inatividade física. No entanto, 60% das entrevistadas afirmam não realizar exercícios regularmente.

Entre as que não praticam atividades físicas com frequência, a maioria - 27% - diz não ter tempo em sua rotina, 23% têm preguiça ou não gostam, 11% afirmam já fazer muito trabalho doméstico que equivalem a exercícios e 9% não têm acesso a um local adequado para essa finalidade.

Já em relação ao controle do peso, 64% responderam ‘sim’ à questão. As mulheres que responderam ‘não’ a essa pergunta afirmam que a ansiedade tem dificultado a regulação de seu peso (30%) e que a pandemia prejudicou esse controle (17%). Não ter acesso a um profissional nutricionista pelo SUS foi citado como justificativa por 14% das mulheres.

A FEMAMA e a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomendam a realização anual da mamografia regular a partir dos 40 anos em mulheres assintomáticas, para aumentar as chances de um diagnóstico precoce e a redução da mortalidade. Já o Ministério da Saúde indica atualmente a realização bianual a partir dos 50 anos, excluindo dos programas de rastreamento a faixa de mulheres entre 40 e 49 anos), responsável por cerca de 15-20% dos casos de câncer.

O levantamento foi realizado pela FEMAMA de forma online, entre os dias 22 de setembro e 1 de novembro, com participação de 1.264 pessoas do sexo feminino e fazia parte da campanha de Outubro Rosa da Federação, que pode ser consultada em detalhes no site.


Flash black: Isley Brothers e a linda "The Highways of My Life"

Luís Alberto Alves/Hourpres Em 1973, a banda Isley Brothers lançava a bela "The Higways of My Love", que estourou nos bailes e rád...