PixabayAs imagens seguem a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Produção fotográfica de Lela Beltrão mostra momentos e cenas da gestação
Redação
PixabayAs imagens seguem a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Produção fotográfica de Lela Beltrão mostra momentos e cenas da gestação
Redação
| A doença é causada por excesso de água nos ouvidos |
A otite tem como sintomas a redução da audição, a sensação de ouvido tampado, dor aguda, zumbido, tontura e febre
Dra. Maura Neves
Imagine fazer aquela tão sonhada viagem de verão para uma praia paradisíaca. Após meses de planejamento e expectativa, você finalmente coloca o pé na areia branca e... sente uma pontada insuportável dentro do ouvido. Mais comum do que parece, a otite pode afetar pessoas de todas as idades e tem "preferência" pelas altas temperaturas para "atacar".
Agência Brasil
| Esse aumento no número de gasolina foi 33% maior do que no ano anterior |
Em setembro de 2021, o Brasil importou cerca de 202 milhões de litros, que correspondem a R$137 milhões
Redação
Com receio de um possível desabastecimento de combustível no País, em setembro de 2021, o Brasil importou cerca de 119% a mais de valor de gasolina, em comparação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados divulgados pelo levantamento da Logcomex, startup que revolucionou o comércio exterior com automação e Big Data.
A pesquisa também apontou que em setembro de 2020, o Brasil importou mais de 151 milhões de litros de gasolina, que correspondem a R$62 milhões, já em setembro deste ano, foram importados 202 milhões de litros, que correspondem a R$137 milhões. Esse aumento no número de gasolina foi 33% maior do que no ano anterior.
Para evitar o desabastecimento do setor, a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A) avalia aumentar o volume de importação de combustíveis, de acordo com fontes do setor. Nas análises, as equipes da estatal avaliam as previsões de consumo, os preços a serem praticados, o nível de estoques de importadores e distribuidores.
Após ter a capacidade de refino praticamente no limite, a Petrobras já elevou as importações de derivados em 116,1% no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Nos nove primeiros meses de 2021, o avanço chegou a 86,3%.
Além do aquecimento da economia com grande porcentagem de brasileiros vacinados, segundo uma fonte do setor, as distribuidoras pediram mais gasolina e diesel para a Petrobras porque querem comprar da estatal a um preço menor do que comprariam no exterior. Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem está hoje em 13% no caso da gasolina; e em 17% no do diesel.
| Um dos cursos vai ensinar como fazer bolos e obter renda com a venda |
São cinco cursos que acontecem junto ao Senac; as inscrições são presenciais
Redação
| Entretanto, é necessário fazer uma análise das normas de proteção ao trabalho à luz das novas tecnologias |
Hoje, ele se desenvolve rapidamente com os recursos de tecnologia
*Isabelli Gravatá
Tony Fernandes
São inúmeras histórias tristes, que aprendi a visualizar com a lente de jornalista
*Luís Alberto Alves
A nova variante #ômicron da #covid-19,
que deixa a #Europa à beira de uma
grave crise sanitária, parece não preocupar o governo brasileiro. Como pode em
meio à pandemia, governantes concederem o sinal verde para os festejos de #Carnaval?
Parece que os mais de #614
mil mortos pela #covid-19 é algo
insignificante. O negócio é festejar, correr para recuperar o tempo perdido
trabalhando em #home office,
estudando on line, longe dos bares para beber e fofocar sobre a vida do
próximo.
O #brasileiro tem a mania de se achar o povo mais esperto do mundo. O restante é bobo, não conhece as regras de driblar as dificuldades. Agora, diversas cidades resolvem tratar a nova variante #ômicron da #covid-19 como algo sem importância. Na visão delas, o restante do mundo está fazendo puro #terrorismo!
Chateado
Sem puritanismo, mas qual retorno o #Carnaval vai trazer agora, após mais de 600 mil famílias ainda
machucadas com a morte de alguém querido? Olhe para os seus vizinhos e pergunte
se alguns deles tiveram ou conhecem alguém que foi ceifado pela #covid-19? Você vai encontrar muitas
pessoas nesta situação.
A morte de um familiar, parente ou mesmo grande amigo ou
amiga nos machuca intensamente. Não é igual #filme ou #novela, em que as pessoas têm corações de pedra. Logo se
acostumam com a ideia da perda. Na realidade é diferente. Você fica chateado,
triste, às vezes até #depressivo.
Porque a #covid-19
é diferente de outras #doenças. Tudo
começa com a terrível falta de ar, tosse, cansaço ao caminhar e logo inicia a
horrível caminhada na #UTI (Unidade
de Terapia Intensiva). Às vezes, em duas semanas alguém sadio e cheio de sonhos
vai engrossar a estatística de vítimas fatais da #covid-19.
Contaminado
Como #jornalista,
há mais de 34 anos, aprendi a conviver com #tragédias.
O dever profissional fez uma couraça nos meus sentimentos para ter estômago e
mente de presenciar cenas horríveis. Lembro-me de uma mãe, completamente
alucinada, pedindo aos #policiais,
na delegacia, para matar o próprio filho pego em flagrante consumindo droga.
Envergonhada, imaginou que ela seria julgada por aquele grave problema.
Fiz a #reportagem. Mais tarde retornei para a casa, porém como pessoa, senti o impacto. São inúmeras histórias tristes, que aprendi a visualizar com a lente de jornalista. Porém com a ameaça da nova variante #ômicron da #covid-19 provocar mais estragos, não compreendi a insistência de suspender o uso da máscara, prometer o maior carnaval de todos os tempos, milhões de pessoas nas ruas, bebendo, se contaminando.
O governo brasileiro não pode brincar com fogo. Precisa acordar e perceber que a nova variante #ômicron da #covid-19 pode matar mais pessoas e jogar o mundo em outra grave crise econômica. A ideologia deve ficar de lado. E remar para o mesmo lado. Não podemos concordar que mais pessoas morram. Chega de hipocrisia. Somos adultos. Temos capacidade de entender o que acontece. Sem #Carnaval conseguimos viver, agora sem saúde ninguém permanece de pé. Acorda Brasil!
*Luís Alberto Alves, jornalista e editor do blogue Boca
Ligeira.
Ginecologista orienta mulheres a tomar cuidados simples, que podem promover a saúde íntima
Pixabay
Dra. Mariana RosarioNo verão, as mulheres precisam tomar cuidado na praia para não contrair doenças
A vagina é uma região normalmente úmida, que secreta líquido sem cheiro, esbranquiçado ou semelhante à clara de ovo, em volume variável de mulher para mulher. Dependendo do período do ciclo menstrual, essa quantidade de líquido também pode mudar, sendo maior na segunda metade do ciclo – quando costuma sujar a roupa. “Algumas mulheres têm lubrificação vaginal abundante e isso não é corrimento. A cor do líquido também pode ser levemente amarelada porque, em contato com o ambiente externo, o fluido pode sofrer alteração de tonalidade – e isso é normal”, explicou a ginecologista, obstetra e mastologista Mariana Rosario, membro do corpo clínico do hospital Albert Einstein.
Ela conta que muitas pacientes têm dificuldade de diferenciar a secreção normal da vagina de um corrimento patológico, causado por fungo ou bactéria, e se preocupam. “O corpo dá sinais quando algo não vai bem. No caso de um corrimento, existem odores característicos, coceira e dor, que podem aparecer sozinhos ou em conjunto, e demonstram que aquela secreção não é normal”, diz a médica.
Sinais de alerta
Prurido (coceira), odor (cheiro forte) e até dor abdominal ou no ato sexual são indícios de corrimento por fungo ou bactéria. Em relação ao aspecto, o corrimento pode ser acinzentado, esverdeado, parecido com pus, com sangue ou amarronzado. Já o cheiro pode ser bem forte, assemelhando a peixe podre, e estar presente também no final da menstruação. “As causas são bem variadas. Podem vir desde o desequilíbrio da flora vaginal até a presença de agentes infecciosos, como cândida, clamídia, tricomonas, entre outros. As relações sexuais sem preservativos trazem doenças sexualmente transmissíveis, como HPV e gonorreia, que também podem causar corrimentos. Há, ainda, a alteração do pH vaginal por diabetes, uso de antibióticos, quimioterapia outras situações. Por tudo isso, é imprescindível que se consulte um ginecologista e nunca se automedique”, alertou a ginecologista.
O tratamento é realizado em casa, com uso de medicamentos específicos para cada caso. “Identificamos o agente causador e utilizamos medicamentos via oral e de uso tópico, para aliviar os sintomas imediatamente, proporcionando conforto à paciente. Em alguns casos, o parceiro também precisa ser tratado, por isso, é tão importante que o médico seja imediatamente consultado”, explicou.
Verão e o corrimento vaginal
No verão, a incidência de casos de corrimento vaginal podem aumentar devido ao desequilíbrio da flora vaginal. É sempre importante manter a região pélvica arejada. O uso de roupas apertadas e protetores diários podem causar o abafamento da vulva e desequilibrar as bactérias e fungos da região, o que leva ao corrimento.
Usar biquíni molhado por muito tempo também pode causar o desequilíbrio da região. “É importante não usar roupas íntimas de outras pessoas, realizar a higiene normalmente e optar por trocar o biquíni por um seco sempre que possível”, aconselha a médica. Ela completa: “se possível, dormir sem roupa íntima é aconselhável, já que a pele pode respirar melhor e, assim, proporcionar o desejado equilíbrio da flora vaginal”, disse.
Resistência bacteriana
Dra. Mariana Rosario alerta as mulheres para que não utilizem quaisquer medicamentos sem orientação médica. Segundo ela, é muito comum que, ao primeiro sintoma de coceira ou ardor, elas procurem por pomadas que são vendidas nas farmácias, livremente, e se automediquem. “Também há muitas pessoas que utilizam antibióticos que ‘sobraram’ em casa, de tratamentos anteriores, sem consultar um médico. Isso é muito perigoso”, ponderou.
Ela explica que é difícil, para a mulher, identificar qual é a doença que está causando os sintomas que ela apresenta, porque existem patologias com sintomas bem parecidos – mas, que necessitam de tratamentos diferentes. Assim, não adianta utilizar um medicamento inadequado, porque ele não resolverá o problema e o quadro piorará. “Além disso, quanto mais antibióticos ingerimos, indiscriminadamente, mais resistentes as bactérias podem ficar. E, quando realmente precisarmos de um tratamento, ele pode não fazer efeito”, comentou.
Outro perigo é não realizar o tratamento pelo tempo correto. “Existem medicamentos que são de dose única, outros necessitam de três, sete ou dez dias de tratamento. Interrompendo o ciclo, também se corre o risco de a doença voltar, cada vez mais forte. Por isso, aos primeiros sintomas, melhor procurar por um ginecologista”, finalizou a médica.
Sobre a Dra. Mariana Rosario
Formada pela Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), em 2006, a Dra. Mariana Rosario possui os títulos de especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia pela AMB – Associação Médica Brasileira, e estágio em Mastologia pelo IEO – Instituto Europeu de Oncologia, de Milão, Itália, um dos mais renomados do mundo. É membro da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) e especialista em Longevidade pela ABMAE – Associação Brasileira de Medicina Antienvelhecimento. É médica cadastrada para trabalhar com implantes hormonais pela ELMECO, do professor Elcimar Coutinho, um dos maiores especialistas no assunto. É membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein.
Possui vasta experiência em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, tanto em Clínica Médica como em Cirurgia Oncoplástica. Realiza cursos e workshops de Saúde da Mulher, bem como trabalhos voluntários de preparação de gestantes, orientação de adolescentes e prevenção de DST´s. Participou de inúmeros trabalhos ligados à saúde feminina nas mais variadas fases da vida e atua ativamente em programas que visam ao aprimoramento científico. Atualiza-se por meio da participação em cursos, seminários e congressos nacionais e internacionais e produz conteúdo científico para produções acadêmicas.
Dra. Mariana Rosario – Ginecologista, Obstetra e Mastologista.
Pixabay Não ter conseguido atendimento no SUS foi a justificativa
Entre as que não possuem plano de saúde, o número cai para 15%
Redação
Divulgação
| A infecção sexualmente transmissível é a mais comum em todo o mundo, atingindo de forma massiva as mulheres |
Após o contágio, ao menos 5% delas irão desenvolver a doença
Redação
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| É preciso ficar atento a todos os detalhes da compra |
Orientações são essenciais para se antecipar à criatividade dos fraudadores
Redação
Luís Alberto Alves/Hourpres Em 1973, a banda Isley Brothers lançava a bela "The Higways of My Love", que estourou nos bailes e rád...