| Um dos cursos vai ensinar como fazer bolos e obter renda com a venda |
São cinco cursos que acontecem junto ao Senac; as inscrições são presenciais
Redação
| Um dos cursos vai ensinar como fazer bolos e obter renda com a venda |
São cinco cursos que acontecem junto ao Senac; as inscrições são presenciais
Redação
| Entretanto, é necessário fazer uma análise das normas de proteção ao trabalho à luz das novas tecnologias |
Hoje, ele se desenvolve rapidamente com os recursos de tecnologia
*Isabelli Gravatá
Tony Fernandes
São inúmeras histórias tristes, que aprendi a visualizar com a lente de jornalista
*Luís Alberto Alves
A nova variante #ômicron da #covid-19,
que deixa a #Europa à beira de uma
grave crise sanitária, parece não preocupar o governo brasileiro. Como pode em
meio à pandemia, governantes concederem o sinal verde para os festejos de #Carnaval?
Parece que os mais de #614
mil mortos pela #covid-19 é algo
insignificante. O negócio é festejar, correr para recuperar o tempo perdido
trabalhando em #home office,
estudando on line, longe dos bares para beber e fofocar sobre a vida do
próximo.
O #brasileiro tem a mania de se achar o povo mais esperto do mundo. O restante é bobo, não conhece as regras de driblar as dificuldades. Agora, diversas cidades resolvem tratar a nova variante #ômicron da #covid-19 como algo sem importância. Na visão delas, o restante do mundo está fazendo puro #terrorismo!
Chateado
Sem puritanismo, mas qual retorno o #Carnaval vai trazer agora, após mais de 600 mil famílias ainda
machucadas com a morte de alguém querido? Olhe para os seus vizinhos e pergunte
se alguns deles tiveram ou conhecem alguém que foi ceifado pela #covid-19? Você vai encontrar muitas
pessoas nesta situação.
A morte de um familiar, parente ou mesmo grande amigo ou
amiga nos machuca intensamente. Não é igual #filme ou #novela, em que as pessoas têm corações de pedra. Logo se
acostumam com a ideia da perda. Na realidade é diferente. Você fica chateado,
triste, às vezes até #depressivo.
Porque a #covid-19
é diferente de outras #doenças. Tudo
começa com a terrível falta de ar, tosse, cansaço ao caminhar e logo inicia a
horrível caminhada na #UTI (Unidade
de Terapia Intensiva). Às vezes, em duas semanas alguém sadio e cheio de sonhos
vai engrossar a estatística de vítimas fatais da #covid-19.
Contaminado
Como #jornalista,
há mais de 34 anos, aprendi a conviver com #tragédias.
O dever profissional fez uma couraça nos meus sentimentos para ter estômago e
mente de presenciar cenas horríveis. Lembro-me de uma mãe, completamente
alucinada, pedindo aos #policiais,
na delegacia, para matar o próprio filho pego em flagrante consumindo droga.
Envergonhada, imaginou que ela seria julgada por aquele grave problema.
Fiz a #reportagem. Mais tarde retornei para a casa, porém como pessoa, senti o impacto. São inúmeras histórias tristes, que aprendi a visualizar com a lente de jornalista. Porém com a ameaça da nova variante #ômicron da #covid-19 provocar mais estragos, não compreendi a insistência de suspender o uso da máscara, prometer o maior carnaval de todos os tempos, milhões de pessoas nas ruas, bebendo, se contaminando.
O governo brasileiro não pode brincar com fogo. Precisa acordar e perceber que a nova variante #ômicron da #covid-19 pode matar mais pessoas e jogar o mundo em outra grave crise econômica. A ideologia deve ficar de lado. E remar para o mesmo lado. Não podemos concordar que mais pessoas morram. Chega de hipocrisia. Somos adultos. Temos capacidade de entender o que acontece. Sem #Carnaval conseguimos viver, agora sem saúde ninguém permanece de pé. Acorda Brasil!
*Luís Alberto Alves, jornalista e editor do blogue Boca
Ligeira.
Ginecologista orienta mulheres a tomar cuidados simples, que podem promover a saúde íntima
Pixabay
Dra. Mariana RosarioNo verão, as mulheres precisam tomar cuidado na praia para não contrair doenças
A vagina é uma região normalmente úmida, que secreta líquido sem cheiro, esbranquiçado ou semelhante à clara de ovo, em volume variável de mulher para mulher. Dependendo do período do ciclo menstrual, essa quantidade de líquido também pode mudar, sendo maior na segunda metade do ciclo – quando costuma sujar a roupa. “Algumas mulheres têm lubrificação vaginal abundante e isso não é corrimento. A cor do líquido também pode ser levemente amarelada porque, em contato com o ambiente externo, o fluido pode sofrer alteração de tonalidade – e isso é normal”, explicou a ginecologista, obstetra e mastologista Mariana Rosario, membro do corpo clínico do hospital Albert Einstein.
Ela conta que muitas pacientes têm dificuldade de diferenciar a secreção normal da vagina de um corrimento patológico, causado por fungo ou bactéria, e se preocupam. “O corpo dá sinais quando algo não vai bem. No caso de um corrimento, existem odores característicos, coceira e dor, que podem aparecer sozinhos ou em conjunto, e demonstram que aquela secreção não é normal”, diz a médica.
Sinais de alerta
Prurido (coceira), odor (cheiro forte) e até dor abdominal ou no ato sexual são indícios de corrimento por fungo ou bactéria. Em relação ao aspecto, o corrimento pode ser acinzentado, esverdeado, parecido com pus, com sangue ou amarronzado. Já o cheiro pode ser bem forte, assemelhando a peixe podre, e estar presente também no final da menstruação. “As causas são bem variadas. Podem vir desde o desequilíbrio da flora vaginal até a presença de agentes infecciosos, como cândida, clamídia, tricomonas, entre outros. As relações sexuais sem preservativos trazem doenças sexualmente transmissíveis, como HPV e gonorreia, que também podem causar corrimentos. Há, ainda, a alteração do pH vaginal por diabetes, uso de antibióticos, quimioterapia outras situações. Por tudo isso, é imprescindível que se consulte um ginecologista e nunca se automedique”, alertou a ginecologista.
O tratamento é realizado em casa, com uso de medicamentos específicos para cada caso. “Identificamos o agente causador e utilizamos medicamentos via oral e de uso tópico, para aliviar os sintomas imediatamente, proporcionando conforto à paciente. Em alguns casos, o parceiro também precisa ser tratado, por isso, é tão importante que o médico seja imediatamente consultado”, explicou.
Verão e o corrimento vaginal
No verão, a incidência de casos de corrimento vaginal podem aumentar devido ao desequilíbrio da flora vaginal. É sempre importante manter a região pélvica arejada. O uso de roupas apertadas e protetores diários podem causar o abafamento da vulva e desequilibrar as bactérias e fungos da região, o que leva ao corrimento.
Usar biquíni molhado por muito tempo também pode causar o desequilíbrio da região. “É importante não usar roupas íntimas de outras pessoas, realizar a higiene normalmente e optar por trocar o biquíni por um seco sempre que possível”, aconselha a médica. Ela completa: “se possível, dormir sem roupa íntima é aconselhável, já que a pele pode respirar melhor e, assim, proporcionar o desejado equilíbrio da flora vaginal”, disse.
Resistência bacteriana
Dra. Mariana Rosario alerta as mulheres para que não utilizem quaisquer medicamentos sem orientação médica. Segundo ela, é muito comum que, ao primeiro sintoma de coceira ou ardor, elas procurem por pomadas que são vendidas nas farmácias, livremente, e se automediquem. “Também há muitas pessoas que utilizam antibióticos que ‘sobraram’ em casa, de tratamentos anteriores, sem consultar um médico. Isso é muito perigoso”, ponderou.
Ela explica que é difícil, para a mulher, identificar qual é a doença que está causando os sintomas que ela apresenta, porque existem patologias com sintomas bem parecidos – mas, que necessitam de tratamentos diferentes. Assim, não adianta utilizar um medicamento inadequado, porque ele não resolverá o problema e o quadro piorará. “Além disso, quanto mais antibióticos ingerimos, indiscriminadamente, mais resistentes as bactérias podem ficar. E, quando realmente precisarmos de um tratamento, ele pode não fazer efeito”, comentou.
Outro perigo é não realizar o tratamento pelo tempo correto. “Existem medicamentos que são de dose única, outros necessitam de três, sete ou dez dias de tratamento. Interrompendo o ciclo, também se corre o risco de a doença voltar, cada vez mais forte. Por isso, aos primeiros sintomas, melhor procurar por um ginecologista”, finalizou a médica.
Sobre a Dra. Mariana Rosario
Formada pela Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), em 2006, a Dra. Mariana Rosario possui os títulos de especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia pela AMB – Associação Médica Brasileira, e estágio em Mastologia pelo IEO – Instituto Europeu de Oncologia, de Milão, Itália, um dos mais renomados do mundo. É membro da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) e especialista em Longevidade pela ABMAE – Associação Brasileira de Medicina Antienvelhecimento. É médica cadastrada para trabalhar com implantes hormonais pela ELMECO, do professor Elcimar Coutinho, um dos maiores especialistas no assunto. É membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein.
Possui vasta experiência em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, tanto em Clínica Médica como em Cirurgia Oncoplástica. Realiza cursos e workshops de Saúde da Mulher, bem como trabalhos voluntários de preparação de gestantes, orientação de adolescentes e prevenção de DST´s. Participou de inúmeros trabalhos ligados à saúde feminina nas mais variadas fases da vida e atua ativamente em programas que visam ao aprimoramento científico. Atualiza-se por meio da participação em cursos, seminários e congressos nacionais e internacionais e produz conteúdo científico para produções acadêmicas.
Dra. Mariana Rosario – Ginecologista, Obstetra e Mastologista.
Pixabay Não ter conseguido atendimento no SUS foi a justificativa
Entre as que não possuem plano de saúde, o número cai para 15%
Redação
Divulgação
| A infecção sexualmente transmissível é a mais comum em todo o mundo, atingindo de forma massiva as mulheres |
Após o contágio, ao menos 5% delas irão desenvolver a doença
Redação
Freepik
| É preciso ficar atento a todos os detalhes da compra |
Orientações são essenciais para se antecipar à criatividade dos fraudadores
Redação
Agência Brasil Este segmento tem apresentado tendência de expansão desde 2015
FreepikEm igual época de 2020, 16,9 mil famílias estavam atrás de domésticas para admissão
Ao todo, foram 23 mil vagas somente nesses nove meses de 2021
Redação
Na contramão do aumento do desemprego motivado pela pandemia da covid-19, a contratação de empregadas domésticas no Brasil tem registrado um grande aumento em meio à maior crise sanitária do século. De janeiro a setembro, o número de famílias em busca de profissionais do setor cresceu 36%, se comparado com igual período do ano passado. Ao todo, foram 23 mil vagas somente nesses nove meses de 2021 nas regiões pesquisadas.
Luís Alberto Alves/Hourpres Em 1973, a banda Isley Brothers lançava a bela "The Higways of My Love", que estourou nos bailes e rád...