Opções sem química e essências garantem as comemorações de final de ano com muito carinho
| O processo todo, desde ativar o levain até a fornada, leva três dias |
Redação
Opções sem química e essências garantem as comemorações de final de ano com muito carinho
| O processo todo, desde ativar o levain até a fornada, leva três dias |
Redação
Não é de hoje que Roupa Nova faz parte das trilhas sonoras de Natal das famílias brasileiras, se destacando nos principais charts (paradas de sucesso) do mercado
Divulgação
Capa do EP da banda Roupa Nova
Redação
Confirmando a tradição dessa época do ano, a Roupa Nova Music em parceria com a ONErpm, disponibilizam o EP “Noite Feliz” (ouça aqui), com regravações de canções tradicionais natalinas, obras inéditas, versões instrumentais e, pela primeira vez, uma gravação com a participação especial de Fabio Nestares, que já vem acompanhando a banda nos shows pelo Brasil.
“Esse projeto tem um sentimento muito especial, cada integrante selecionou uma canção com a mensagem que toca o seu coração, transformando em um presente carinhosamente oferecido ao seu público.” – Francisco Junior, Roupa Nova Music
Abrindo o disco, duas inéditas: Composição do baixista Nando e Alex Lamounier - “Meu Deus” (aqui) vem com uma mensagem de amor e fé e dá o tom do que vem pela frente. Logo em seguida “Jesus no Coração” (aqui), composta por Ricardo Feghali acompanha uma linda declaração ao Menino Jesus. Na sequencia, regravações de clássicos tradicionais de Natal, como “Santa Claus Is Coming To Town” (aqui), com participação de Fábio Nestares e “Away In A Manger” (aqui) com a voz melódica de Serginho Herval, que nos faz encontrar com a essência da Fé. E como não poderia faltar, a banda que é reconhecida internacionalmente por sua musicalidade, versões instrumentais de “No Fundo Do Coração” (aqui) pelo maestro Cleberson Horsth em uma deliciosa melodia de piano e, dando nome ao EP e uma das músicas mais ouvidas no Natal, “Noite Feliz” (aqui) chega com tudo em uma eletrizante performance do guitarrista Kiko. Como bônus e fechando com chave de ouro, uma grande homenagem ao querido e saudoso Paulinho (em memória) com “Noites Traiçoeiras” (aqui), gravada e lançada pela banda em 2019.
Roupa Nova retomou a agenda de shows em outubro e segue pelos quatro cantos do Brasil cantando o amor e emocionando aos fãs que ultrapassam gerações e o acompanham há mais de 40 anos.
Escola do Intercâmbio quer eliminar a intermediação das agências e promover um relacionamento direto entre o consultor e o estudante
São essas empresas que prestam toda a consultoria necessária para avaliar a melhor escola
Redação
Fazer um intercâmbio é o sonho de muita gente, mas realizá-lo nem sempre é fácil. Quem dispõe dos recursos financeiros necessários para encarar a aventura precisa recorrer aos serviços de uma agência, que faz todo o trâmite necessário para providenciar a documentação, a matrícula na escola, passagens e moradia para o estudante no destino escolhido. É justamente essa realidade que a Escola do Intercâmbio quer mudar.
Atualmente, boa parte do dinheiro investido em um programa de estudos no exterior fica com a agência. São essas empresas que prestam toda a consultoria necessária para avaliar a melhor escola, o curso e apresentar as regras de cada país para o estudante. Esse serviço, obviamente, tem um custo alto. O consultor, que é quem faz o atendimento ao aluno dentro de uma agência, recebe em torno de 1 a 5% do valor investido. A proposta da Escola do Intercâmbio é eliminar a intermediação feita pelas agências, proporcionando a formação do consultor e um relacionamento direto entre o estudante e o vendedor.
O projeto, idealizado pelo ex-intercambista Danilo Veloso, tem a missão de disruptar o mercado de intercâmbios, colocando poder e autonomia nas mãos dos consultores e estudantes, e não mais nas de uma agência. “É triste ver o consultor, que é uma peça fundamental para que o negócio se concretize, ganhando tão pouco. Eles podem ganhar até três vezes mais dentro da nossa plataforma. É mais ganho para o consultor e para o intercambista, que não terá que pagar as taxas do serviço de uma agência, conseguindo comprar pacotes mais baratos”, esclarece o fundador da startup.
Para oferecer todo o apoio necessário para que o consultor trabalhe de forma independente, a Escola do Intercâmbio disponibiliza um programa de formação em vendas, marketing e estruturação do negócio, a fim de que esse profissional, tendo experiência ou não, esteja apto a operar no mercado de intercâmbios. Há ainda um CRM, que permite que ele faça a gestão de seus clientes. “Queremos ajudar quem já está atuando na área a se libertar das agências e ainda possibilitar que outras pessoas entrem para esse rentável segmento de mercado”, pontua Veloso.
Os interessados em se tornarem consultores de intercâmbios devem se cadastrar no link https://escoladointercambio.
Serviço
Escola do Intercâmbio
Inscrições: https://
Esse abismo foi ainda mais acentuado durante a pandemia
O trabalho digital requer uma mudança cultural nas empresas
*Paulo Exel
Após ler inúmeras reportagens e pesquisas sobre o futuro do trabalho previsto para 2022 – com o aumento da vacinação e uma possível melhora da pandemia – me deparei com vários paradoxos. Percebi que estamos vivendo situações até então inimagináveis e, principalmente, contraproducentes. Isso me levou a refletir sobre cinco grandes paradoxos que iremos enfrentar no próximo ano:
#1 - Falta oportunidades ou há escassez de profissionais?
Já há algum tempo, o Brasil sofre com altas taxas de desemprego, que chegaram a ultrapassar a marca dos 14 milhões em 2021, segundo dados do IBGE. Por outro lado, temos vagas sobrando, principalmente na área de TI. Esse abismo foi ainda mais acentuado durante a pandemia, quando os profissionais com menos qualificação foram justamente os mais atingidos. E, se já não era preciso ter um vendedor disponível na loja física, por outro lado, foi preciso um exército de profissionais para contribuir com a tão “rotulada” transformação digital das empresas (que, na minha opinião o termo correto deveria ser “transformação cultural”), levando-as quase que do dia para a noite para o ambiente virtual. Tecnologia se tornou uma questão de sobrevivência.
As universidades continuam incapazes de formar a quantidade de profissionais demandada pelo mercado atualmente. Sendo assim, cabe às próprias empresas iniciarem processos de treinamento interno ou parcerias com empresas de educação especializadas, visando reposicionar e qualificar seus profissionais. Antes mesmo da pandemia, esse mercado já era marcado por autodidatas, pessoas que, com uma boa dose de força de vontade e empenho individual, conseguem aprender novas funções e habilidades técnicas e, como profissional de seleção de talentos, posso dizer que isso se tornou uma habilidade cada vez mais valiosa e procurada nos diversos perfis profissionais de tecnologia. Posso dizer, sem sombra de dúvidas para quem está começando a carreira, que há um mar de oportunidades.
No entanto, ressalto que minimizar esse gap entre oportunidades e escassez não é uma tarefa exclusiva das empresas, mas também dos profissionais, que precisam se atualizar constantemente.
#2 - Remoto ou presencial?
Voltar ou não para o escritório? Eis o dilema da maioria das empresas. Vários paradigmas foram quebrados durante a pandemia e, mesmo aquelas que não tinham políticas orientadas ao home-office, perceberam seus benefícios. Algumas até se precipitaram, dizendo que não voltariam mais ao modelo presencial e, à medida que a situação começou a ser controlada, acabaram voltando atrás. Fato é que tanto as empresas perceberam aumento na produtividade quanto colaboradores repararam o tempo perdido nos deslocamentos e até em distrações típicas de um ambiente corporativo.
Agora, é hora de definir novas políticas, criando trilhas de carreira específicas para quem vai se manter no remoto, no presencial e no híbrido. Uma vez que a infraestrutura adequada ao trabalho de casa foi estabelecida, assim como a adoção de ferramentas para comunicação e colaboração, o momento será de empatia e negociação. Empresas através de seus líderes e colaboradores terão que chegar a um consenso sobre o que funciona melhor para os dois lados.
#3 - Alta produtividade ou esgotamento físico e mental?
Sem ter que ir ao escritório, muitos profissionais passaram a iniciar a jornada mais cedo e terminar mais tarde. A produtividade explodiu, assim como o esgotamento físico e principalmente, mental. Uma pesquisa realizada pela Yoctoo apontou que mais de 40% dos profissionais relataram piora na saúde física e mental durante a pandemia. Foi uma mistura perigosa entre o excesso de trabalho – marcado principalmente por uma rotina intensa de reuniões – com a ausência de atividades físicas, sociais e de lazer, somadas ao medo da Covid-19.
Como consequência, as empresas descobriram que era necessário aprender a lidar com a saúde dos colaboradores – indo muito além dos convênios médicos. Muitas investiram em plataformas que permitiam terapias à distância, atividades físicas para serem feitas dentro de casa com o auxílio de um profissional da área, ao vivo e online, entre tantos outros recursos que surgiram para driblar a situação emocional extremamente negativa. Eis aqui um legado que deve perdurar, já que a pandemia evidenciou a necessidade de cuidarmos mais de nós mesmos e das nossas relações, sejam elas pessoais ou de trabalho.
4 – Carreira única ou Multicarreiras?
Enquanto alguns mergulharam profundamente em suas carreiras atuais, outros se abriram para a possibilidade de diversificar. Assim, nasceu o termo slash, cunhado pela especialista em futuro do trabalho, Marci Alboher, que define o indivíduo que possui mais de uma atividade em segmentos distintos, ao mesmo tempo. Algo inimaginável para gerações anteriores.
Passando mais tempo em casa, abriu-se espaço para reflexões do tipo: o que, de fato, é importante para mim? Com empregos menos seguros e estáveis diante da crise, muitos buscaram um plano B – que em alguns casos, após um período de adaptação, até se tornaram a primeira opção. Mais que um complemento à renda, a diversificação nas carreiras evidencia a necessidade de autorrealização, onde se cogita até a possibilidade de ter um emprego para ganhar dinheiro e outro para trazer mais realização profissional. Afinal, um emprego preenche o presente, uma carreira preenche uma vida.
5 - Hard ou soft skills?
Se aprendemos algo sobre isso nessa pandemia é que o conhecimento é perecível. Aquilo que resolvia o problema do meu cliente até ontem, hoje pode já não servir de muita coisa. Nesse sentido, o debate sobre as habilidades técnicas e comportamentais se reacendeu. E, mais do que nunca, ambas precisam andar lado a lado.
As soft skills são uma tendência, um diferencial. Muito disso se deve ao fato de que não adianta ter bons técnicos, mas que não entendam sobre o negócio da empresa, o seu papel dentro da organização e o impacto do que ela traz para o mundo. O pensamento crítico segue sendo a principal competência do futuro. Temos que ser capazes de enxergar o todo – e não somente as partes que nos cabem. Isso coloca em xeque a maneira como fomos educados. Não temos que aprender algo para passar nas provas. Temos que sair da bolha, ter repertório, experiências diferentes, valores e, principalmente, atitudes positivas.
Por isso, termino esse artigo dizendo que para 2022, a palavra de ordem será encontrar o equilíbrio entre todos esses paradoxos. O mercado deve apresentar um cenário econômico mais favorável, com uma maior tendência à estabilização do que vimos em 2020/2021. Caberá aos profissionais e, especialmente aos líderes, estar atentos às oportunidades dentro e fora de suas organizações, além de ouvir e observar o que atende melhor os seus times para, assim, trazer mais leveza e eficiência na transformação cultural que inevitavelmente suas empresas passarão neste novo mundo pós-pandemia.
Paulo Exel é administrador de empresas com MBA em Gestão Estratégica de Negócios
Como aumentar a vida útil da vela de ignição
Redação
Componente fundamental para o desempenho do motor, a vela de ignição é responsável por conduzir a corrente elétrica gerada no transformador até a câmara de combustão e converter em centelha elétrica de alta tensão para dar início à combustão, isto é, à queima da mistura ar/combustível. Para auxiliar os motoristas, a NGK – multinacional japonesa especialista em velas de ignição – explica como aumentar a vida útil do produto.
Características do motor
Segundo Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK, a vida útil da vela é determinada pela montadora, podendo variar de 30 mil km (velas convencionais) a 100 mil km (velas de iridium), em alguns modelos. Além do material utilizado no componente, as características do motor interferem na durabilidade. “Quanto mais alta a taxa de compressão do motor, maior será o desgaste da vela, assim como o avanço de ignição, o uso de sobrealimentação, ou seja, turbo e a rotação do motor”, afirma.
Condições de uso do veículo
As condições de uso do veículo também definem o desgaste do produto. Motor frio, em baixa rotação ou ligado por muito tempo, em caso de trânsito intenso, são condições severas de uso, assim como utilização de combustível de má qualidade, podendo reduzir pela metade o plano de manutenção e substituição. “Combustíveis adulterados podem causar carbonização no caso da gasolina ou contaminação das velas de ignição, levando a dificuldades na partida, falhas no motor e perda de potência”, explica.
Como aumentar a vida útil das velas
Além de sempre abastecer com combustível de qualidade, a NGK recomenda usar o veículo também em estrada, com rotação constante. “Manter o motor em rotação constante faz com que a temperatura da câmara de combustão atinja a temperatura de autolimpeza, o que favorece a limpeza interna de componentes, como câmara de combustão, velas, sensor de oxigênio (sonda lambda) e catalisador. Essa prática também ajuda a reduzir o consumo e a emissão de gases”, acrescenta.
De acordo com a fabricante, quanto mais desgastada uma vela, maior a tensão necessária para o centelhamento. Tentar usar um produto além da vida útil especificada pode gerar danos ao veículo, além de aumentar os gastos para a manutenção, por poder causar danos a outros componentes do motor. “Para garantir a segurança do motorista e o funcionamento do veículo, o ideal é praticar a revisão preventiva e fazer a manutenção conforme a especificação da montadora, a cada 10 mil km ou anualmente”, recomenda o consultor de Assistência Técnica da NGK.
A pele do paciente se aproxime o máximo possível da normalidade
Agência Brasil
Uma pequena mancha na pele pode ser sinal de câncer
Redação
Uma pinta no nariz foi o primeiro sinal de alerta para Atair, de 61 anos, diagnosticado com carcinoma basocelular (CBC) em 2015. “A mancha era diferente das pintas comuns, coçava e não cicatrizava, por isso achei estranho e procurei um dermatologista.”
De acordo com o cirurgião plástico da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo Dr. Flávio Marques, o caso de Atair reflete a realidade das estatísticas. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que a doença é responsável por mais de 180 mil novos diagnósticos por ano, sendo mais frequente entre os brasileiros e responsável por 30% dos cânceres diagnosticados no país.
Classificado entre dois tipos – melanoma e não melanoma –, dependendo do seu tipo histológico, o câncer de pele pode ter altos índices de cura quando diagnosticados e tratados precocemente.
“A busca por uma avaliação permitiu que Atair recebesse o diagnóstico em estágio inicial”, relata o especialista. Ele explica que o tipo não melanoma (carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular) representa cerca de 94% do total de casos de câncer de pele, acometendo principalmente pessoas com mais de 50 anos, de pele e olhos claros.
“A exposição crônica ao sol é a principal causa deste tumor, que pode se manifestar em qualquer parte do corpo, com maior frequência na pele do rosto e pescoço, que são as áreas comumente mais expostas”, destaca Dr. Flávio.
O tipo melanoma, por sua vez, embora com maior índice de mortalidade, é menos frequente. “Apesar de o diagnóstico de melanoma normalmente trazer mais medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura aumentaram consideravelmente nos últimos 20 anos, pela detecção precoce da doença”, afirmou o médico do Hospital São Camilo.
Segundo ele, a evolução da ciência em tratamentos e cirurgias de remoção e reconstrução possibilita resultados cada vez mais eficazes.
Evolução em diagnósticos e tratamentos
O São Camilo Oncologia foi pioneiro na implantação de um exame capaz de analisar profundamente pintas e sardas e realizar um mapeamento corporal total, permitindo detectar precocemente e evitar a progressão do câncer. No caso de Atair, Dr. Flávio realizou um exame de congelação peri-operatório para garantir margens livres de acometimento pela neoplasia.
A partir daí, o aperfeiçoamento constante das técnicas de reconstrução possibilita, atualmente, que a pele do paciente se aproxime o máximo possível da normalidade.
O cirurgião plástico explica que, ao remover o tumor, toda a área ressecada precisa ser reconstruída adequadamente. “Isso é importante não apenas na questão da saúde física do paciente, mas também para o resgate da sua autoestima e bem-estar”, ressaltou.
“Quando soube que teria que remover o tumor, tive muito medo de como ficaria meu rosto, mas o resultado me surpreendeu. Tenho uma pequena marca, mas me sinto como se nunca tivesse tido câncer”, comemorou Atair.
Já para pacientes que não podem ser submetidos à cirurgia, o tratamento é feito por outras modalidades terapêuticas. “Além dos tratamentos já utilizados para tratar carcinoma basocelular, em março deste ano, a Anvisa aprovou uma medicação que representa a esperança para pacientes cuja doença continuou progredindo mesmo após o uso das estratégias tradicionais”, finalizou o médico.
Dezembro Laranja
Com o objetivo de ampliar a discussão e conscientizar a população sobre a importância da prevenção ao câncer de pele, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo apoia a campanha Dezembro Laranja iluminando suas fachadas durante todo o mês.
Durante a campanha, a Instituição também fará divulgações voltadas a seus colaboradores, através dos canais internos. Já o público geral poderá conferir informações sobre prevenção, diagnóstico e formas de tratamento nas redes sociais da Rede.
Pessoas de qualquer idade podem se submeter ao procedimento
Pexels
A tecnologia teve grande influência sobre a anestesia geral
*Gabriel Redondano
A anestesia geral é um procedimento que provoca receio em muitos pacientes. Alguns chegam, nos casos em que isso é possível, a desistir ou adiar uma cirurgia apenas pelo pavor de que alguma coisa dê errado justamente durante a anestesia. O Dr. Gabriel Redondano, diretor-presidente do GCA (Grupo Care Anestesia), explica que o procedimento é muito seguro e que esse temor popular é provocado por crenças, como por exemplo, a de que o paciente corre o risco de "não acordar mais".
"Não há contraindicações a essa técnica. O medo vem do desconhecimento e da ausência da consulta pré-anestésica, na qual o anestesista explica ao paciente detalhes da técnica e responde a todas suas dúvidas. Com os monitores e anestésicos disponíveis atualmente, temos as situações previsíveis e mais controladas", explica o Dr. Redondano, que também é coordenador do Departamento de Anestesia do Vera Cruz Hospital, em Campinas (SP).
A maioria das vítimas não vai à #delegacia por causa da burocracia
Arquivo
O celular é um dos itens mais roubados nas ruas do bairro
*Luís Alberto Alves
Incoerência! Assim defino o drama enfrentado pelos moradores
do bairro #Paraíso, Zona Sul e
próximo ao Centro Expandido da #Paulista.
Ninguém consegue ficar seguro, seja durante o dia ou de noite. Os #bandidos, às vezes em grupos ou mesmo
sozinho, nos últimos meses atacam comerciantes, assaltam pedestres, levando #celulares, relógios e dinheiro.
Os criminosos andam a pé, de bicicleta ou de moto. Um deles
se disfarça de ciclista, uniformizado, e assalta quem encontrar pela frente. Empregados
que trabalham nos prédios da região sofrem quando chegam de manhã e no retorno
para a casa de noite. Muitos vão de #Metrô
ou de ônibus na #Paulista ou 23 de
Maio. No trajeto são atacados.
Os locais onde agem são: Ruas #Rafael de Barros, #Sampaio Viana, #Cubatão, #Abílio Soares, #Desembargador
Eliseu Guilherme, #Tomaz Carvalhal, #Tutóia, #Oscar Porto, #Teixeira da Silva, #Leôncio
de Carvalho (principalmente nas proximidades do #Sesc/Paulista), local de
índice alto de roubo de #celulares.
Dois meses atrás os bandidos assaltaram uma farmácia que fica
ao lado do #36º DP, onde nos fundos
funcionou a casa de terror #DOI/Codi
durante a #Ditadura Militar de
1964. Agora a minha pergunta: se eu como
jornalista sei de tudo isto, porque a #polícia
não acaba com a farra dos criminosos neste bairro?
Já sei a resposta padrão da #Segurança Pública: como não registram Boletins de Ocorrência, a #polícia desconhece a maioria desses
delitos. A maioria das vítimas não vai à #delegacia
por causa da burocracia e também não faz registro pela #internet, porque sabe que será mais um caso para a estatística.
Quando os criminosos atacarem alguma figura importante na
porta dos flats da região, e são muitos, a temperatura vai subir junto ao
tucano #João Doria e ele puxa a
orelha do secretário da Segurança Pública, que apertará o comandante da #PM e parte da tropa vai mostrar
serviço. Do contrário, enquanto peixe pequeno for vítima nada irá acontecer.
Infelizmente!
*Luís Alberto Alves, jornalista e editor do blogue Boca
Ligeira
Agência Brasil
Redação
Em 9 de dezembro de 1979 era certificada a erradicação do vírus da varíola, tornando a varíola a primeira das duas únicas doenças que foram levadas à extinção (a peste bovina em 2011 sendo a outra)
Nova Strada é o comercial leve mais emplacado do país e conquista a vice-liderança do ranking nacional com 8.535 unidades
| O destaque do mês ficou novamente com a Nova Strada |
Luís Alberto Alves
- Marca coloca três modelos entre os 10 mais vendidos de novembro
O fim do ano está chegando e a Fiat continua a celebrar seu desempenho comercial com três modelos entre os mais vendidos do País, além de manter sua liderança no ranking nacional pelo 11° mês consecutivo (19% de participação com 30.692 unidades em novembro).
O destaque do mês ficou novamente com a Nova Strada, que conquistou a vice-liderança do mercado com 8.535 unidades, seguido pelo Argo na quinta posição com 6.340 unidades e a Nova Toro na oitava, com 5.921 unidades. Já o recém-lançado SUV Pulse fecha seu primeiro mês de emplacamento com 2.228 unidades e, na sala de troféus, com o título de Carro do Ano 2022, em premiação da revista Autoesporte.
Com esse resultado, a Fiat segue na liderança do ranking de vendas em 2021, com 22,1% de market share e 395 mil unidades emplacadas, sendo a marca com maior crescimento no mercado (5,7 pontos percentuais).
Entre os veículos mais vendidos do ano, a Fiat também faz bonito com a Nova Strada em primeiro lugar, superando a marca de 100 mil unidades vendidas. O Argo vem na sequência com mais de 80 mil unidades comercializadas.
Confira um resumo dos resultados da Fiat por segmento:
Luís Alberto Alves/Hourpres Em 1973, a banda Isley Brothers lançava a bela "The Higways of My Love", que estourou nos bailes e rád...