17 novembro 2021

Flash Back: "Fim de semana no parque" - Racionais Mcs


Luís Alberto Alves/Hourpress

Década de 1990, o hit #"Fim de semana no parque" dos #Racionais MC´s 
explodiu nos bailes. Com o passar dos anos virou o hino da periferia. A dura realidade das pessoas que vivem distantes dos grandes centros das cidades espalhadas Brasil afora. Passados mais de 25 anos, 
essa dura realidade ainda permanece.




Ecologia: Pará e Acre são os estados com maior risco de desmatamento no Brasil

 



Os rankings, que correspondem ao período de 1º de agosto de 2021 a 31 de julho de 2022

Redação

A PrevisIA, ferramenta lançada em agosto de 2021 e que antecipa informações de regiões com maior risco de desmatamento e incêndios na Amazônia por meio de Inteligência Artificial (IA), já identificou quais as regiões com maior risco na Floresta Amazônica. A partir de dados diversos, como topografia, cobertura do solo, infraestrutura urbana, estradas oficiais e não oficiais e dados socioeconômicos, a ferramenta identificou que 11.570 km² da Amazônia legal estão sob risco alto e muito alto de desmatamento. O Pará (com 40,1% do total da área de risco desmatamento em 2022), e Acre (com 16,2%), são os principais estados sob risco, em primeiro e segundo lugar, respectivamente. Em relação aos municípios, São Félix Do Xingu, situado no Pará, é o mais ameaçado, seguido por Altamira, também no mesmo estado. A iniciativa é fruto da parceria entre a Microsoft, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e Fundo Vale. 

A plataforma também identificou que dentre as terras indígenas sob maior risco de desmatamento, as três primeiras fazem parte do estado do Pará. São elas: Apyterewa, Mundurucu e Trincheira/Bacajá. Já com relação às Unidades de Conservação Estaduais (UCEs) com maior desmatamento previsto, o ranking destaca a APA Triunfo do Xingu em primeiro lugar, seguida pela FLOREX Rio Preto-Jacundá e pela RESEX Jaci Paraná. Das Unidades de Conservação Federais (UCFs), a RESEX Chico Mendes é a mais ameaçada, seguida pela APA do Tapajós e FLONA do Jamanxim


Os rankings, que correspondem ao período de 1º de agosto de 2021 a 31 de julho de 2022, antecipam informações sobre o desmatamento na Amazônia que podem contribuir para a preservação de florestas e regiões que, além de conterem parte da fauna e flora brasileiras, também abrigam povos e culturas de base. “As informações coletadas e analisadas pela PrevisIA são de extrema relevância para que os setores público e privado, assim como a sociedade, possam se unir e tomar atitudes para que a previsão não se torne realidade. A Floresta Amazônica é responsabilidade de todos nós e, com essa plataforma temos a chance de utilizar dados e tecnologia ao nosso favor e combater o desmatamento”, explica Lucia Rodrigues, Líder de Filantropia da Microsoft Brasil. 

Carlos Souza Jr, pesquisador associado do Imazon diz que “o grande avanço deste projeto foi democratizar o acesso a recursos avançados de Tecnologia da Informação para facilitar o engajamento de diversos usuários e organizações na prevenção e no controle do desmatamento”. 

“O PrevisIA tem potencial de ser usado também para avaliar áreas de restauração florestal e vulnerabilidade ao fogo, ajudando a produzir dados mais concretos para arranjos de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) em parceria com comunidades locais, que poderão ser adotados pela Vale em mercados de créditos de carbono”, explica Patrícia Daros, diretora do Fundo Vale, mantido pela Vale. A mineradora assumiu o compromisso de zerar suas emissões de carbono até 2050. Entre as iniciativas, está a meta de recuperar e proteger 500 mil hectares de florestas até 2030. Atualmente, a empresa já ajuda a proteger aproximadamente 1 milhão de hectares de florestas no mundo, dos quais 800 mil na Amazônia. 

A ferramenta também foi apresentada na COP26, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Glasgow, na Escócia. A utilização da plataforma foi abordada no painel “Metas baseadas em ciência: o papel de governos subnacionais e non-state actors brasileiros na implementação do Acordo de Paris” que contou com a participação de Lucia Rodrigues, Líder de Filantropia da Microsoft Brasil; Helder Zahluth Barbalho, governador do Pará; e Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura; debatendo sobre o que as metas climáticas baseadas na ciência significam para diferentes setores e por que elas são estratégias-chave para um ciclo virtuoso de ambição Net-Zero. 

Parceria da PrevisIA com Ministério Público do Pará 

Com os dados gerados pela ferramenta, os setores público e privado podem tomar iniciativas focadas na prevenção do desmatamento, uma vez que prevenir demanda menos custos do que recuperar. Como desdobramento da iniciativa, para alavancar o uso da PrevisIA, o Imazon firmou uma parceria com o Ministério Público do Pará (MPPA) e o Centro de Apoio Operacional Ambiental (CAO AMBIENTAL), com o objetivo de fornecer subsídios técnicos visando a cooperação e o intercâmbio de informações entre os dois órgãos. Nessa iniciativa, o Imazon oferecerá apoio técnico e acesso a informações qualificadas, bem como treinamentos, oficinas e atuações conjuntas com ambos os órgãos. 

Inicialmente, foi escolhido como piloto o município de Altamira, no Pará, que possui 159.533 km² de área territorial (segundo o IBGE) e está no ranking dos dez municípios que mais contribuem com o desmatamento na Amazônia. Diante dessas circunstâncias, o Imazon está conduzindo o diagnóstico do desmatamento na região, levando em consideração a situação territorial, os dados de alertas de desmatamento, a história do desmatamento baseada no Prodes e o risco de desmatamento previsto na PrevisIA. 

As informações fornecidas pela PrevisIA e pelo Imazon serão usadas para a criação de um plano de atuação do MP-PA para a preservação das florestas no estado. A partir do diagnóstico e da atuação na prática, o órgão espera monitorar e avaliar os resultados, para reduzir os índices de degradação ambiental por meio de medidas preventivas, e, em última instância, legais, para evitar o desmatamento nos municípios - com base nas estatísticas providas pela plataforma. Por exemplo, o MP-PA pode liderar as ações para remover cadastros ambientais rurais (CAR) em áreas de proteção integral; avaliar se as ações de fiscalização estão ocorrendo em áreas com maior risco, garantindo assim maior eficácia no combate ao desmatamento e no uso de recursos públicos. Além disso, a expectativa é ampliar a aplicação da PrevisIA em outros municípios da Amazônia. 

A ferramenta 

A PrevisIA é uma das iniciativas do “Microsoft Mais Brasil”, um plano abrangente que tem como objetivo apoiar a retomada econômica do país por meio de um conjunto de ações e investimentos, lançado em outubro de 2020 e que acaba de completar um ano de existência. O programa é dividido nos pilares de “educação, capacitação profissional e empreendedorismo”, “habilitação da economia digital por meio da tecnologia” e “crescimento sustentável e impacto social”, frente da qual PrevisIA faz parte. 

Desenvolvida em parceria com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e Fundo Vale, ela utiliza, recursos avançados de nuvem do Microsoft Azure e com o algoritmo de IA desenvolvido pelo Imazon para detectar estradas em imagens de satélites, a PrevisIA está analisando dados diversos para identificar possíveis tendências de conversão da floresta pelo desmatamento. Essas informações estão sendo divulgadas publicamente em um painel de controle da iniciativa e poderão ser usadas por órgãos públicos para o planejamento e execução de ações preventivas, de combate e controle ao desmatamento. 

A PrevisIA conta com diversas fontes de informação, como imagens de satélite da floresta, que geram um grande volume de dados. Para que essas informações sejam analisadas de forma rápida e inteligente, são utilizados recursos de Big Data e Inteligência Artificial (IA). Dessa forma, é possível analisar grande volume de dados e fazer um monitoramento constante retornando informações em tempo real de regiões com maior risco de desmatamento e incêndios na Amazônia, para facilitar a tomada de decisão e o controle destas áreas. 

Para conferir essas e outras informações, visite previsia.org

Saúde: Cinco mitos e verdades do cateterismo

    Arquivo


Doenças do coração são motivo de 30% das mortes por ano no Brasil

Dr. Elcio Pires Junior

As doenças cardiovasculares são líderes de mortalidade no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 14 milhões de brasileiros têm alguma doença no coração, sendo o motivo de 30% das mortes por ano no país.

A medicina cardiológica está bastante evoluída e tem exames e tratamentos que podem ajudar na prevenção e diminuir o número de infartos e outras doenças, como o cateterismo, que avalia a obstrução das artérias coronárias ou o funcionamento das valvas e do músculo cardíaco.

O exame pode ser feito antes de uma intervenção, como a angioplastia, ou em emergências, como no caso de um infarto agudo do miocárdio.

Quando o paciente é informado que precisa realizar esse procedimento, fica com dúvidas e apreensivo. Por isso, o cirurgião cardiovascular e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, Dr. Elcio Pires Junior, listou alguns mitos e verdades sobre o cateterismo. Confira:

 - O procedimento só pode ser feito em adultos. Mito! O cateterismo não tem restrição de idade e pode, inclusive, ser realizado em recém-nascidos para diagnosticar problemas congênitos.

- O cateterismo serve para desentupir o vaso. Mito! Ele visa diagnosticar e avaliar a necessidade de um procedimento, que vai desentupir o vaso bloqueado. 

- A inserção do cateter pode ser feita em vários locais do corpo. Verdade! O exame pode ser feito por meio dos vasos sanguíneos dos braços ou das pernas. A maioria dos especialistas acabam preferindo fazer pelo braço, pois é mais confortável para o paciente.

- O cateterismo oferece riscos. Verdade! O procedimento é seguro, porém, alguns pacientes manifestam reação alérgica ao iodo, que é utilizado para contraste. Há também relato de lesões nos vasos sanguíneos, sangramento no local onde o cateter foi inserido e arritmias cardíacas.

- Tenho alergia ao iodo, por isso não posso fazer cateterismo. Mito! A concentração de iodo é pequena e a possibilidade de alergia é baixa. Porém, o médico precisa ser avisado.

 Dr. Elcio Pires Junior: coordenador da cirurgia cardiovascular do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro - Rede D'or - Osasco, e coordenador da cirurgia cardiovascular do Hospital Bom Clima de Guarulhos.


Saúde: Como prevenir e tratar a obesidade infantil?

    Agência Brasil 

A obesidade infantil raramente é vista em decorrência de algum problema de saúde

Em sua grande maioria, a doença é fruto de maus hábitos, principalmente alimentares 

Patrícia Consorte

A obesidade infantil é considerada como um dos problemas de saúde mais graves deste século, segundo a própria Organização Mundial da Saúde (OMS). Com um aumento de casos registrados durante a pandemia, a melhor forma de tratamento para a obesidade é a prevenção, que já deve ser iniciada no momento em que o bebê está em formação na barriga da mãe, uma vez que as chances de ser revertida ao longo do crescimento da criança são reduzidas significativamente a cada ano que a criança se mantém obesa.

Ao contrário do que muitos imaginam, a obesidade infantil raramente é vista em decorrência de algum problema de saúde ou histórico familiar. Em sua grande maioria, a doença é fruto de maus hábitos, principalmente alimentares – não apenas da criança, mas em muitos casos, de toda a família. Aliado à essa causa, está a baixa frequência de atividade física, hábito que também piorou durante a pandemia.

Muitos estudos mostram inúmeros fatores de risco para a doença estão presentes antes mesmo da gestação. Mães tabagistas ou com hábitos alimentares que incluem alimentos gordurosos, ultra processados e calóricos, tendem a ter filhos com mais chances de desenvolver a doença. Como resultado desta combinação de fatores, cerca de 6,4 milhões de crianças têm excesso de peso no Brasil atualmente, junto com 3,1 milhões que já evoluíram para obesidade, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

Estudos mostram que quando a obesidade é diagnosticada antes dos cinco anos de idade, as chances de tratamento eficaz são de apenas 10%. Para piorar, a cada ano, essa porcentagem é ainda mais reduzida, aumentando o risco de se tornarem adultos com hipertensão, alterações no colesterol, predomínio de gordura abdominal e, principalmente, resistência à insulina, que pode ocasionar infertilidade já na adolescência - essas alterações irão constituir a Síndrome Metabólica, aumentando o risco de doenças cardiovasculares e cerebrovasculares.

Muitas crianças e, principalmente adolescentes desenvolvem, até mesmo, distúrbios psicológicos, como depressão, ansiedade, de imagem e alimentares, como bulimia e compulsão alimentares, o que costuma impactar em absenteísmo, mau desempenho escolar e, até mesmo, no seu futuro profissional.

Os maus hábitos alimentares podem ser agravados por refeições em frente às telas, nas quais os pequenos perdem a capacidade de autorregulação dos alimentos ingeridos – além de diminuir o tempo de atividade física. A intervenção medicamentosa é a última opção nos casos registrados dessa doença, porém bem indicada quando necessário. Prevenir é sempre o melhor caminho.

A medicina de prevenção é a melhor estratégia para garantir um crescimento saudável e evitar uma nova geração de adultos doentes. Afinal, se os casos continuarem a crescer, nem mesmo o Sistema Único de Saúde terá capacidade e estrutura adequada para tratar a alta demanda.

A obesidade infantil já é uma epidemia, que necessita ser combatida imediatamente. O ajuste da curva de crescimento da criança deve ser feito desde o planejamento da gestação, por meio da programação metabólica. As futuras mamães devem, desde cedo, criar hábitos alimentares saudáveis, ingerindo fibras que auxiliem na regulação da insulina, como frutas e vegetais. O aleitamento materno também é extremamente benéfico na criação de uma microbiota saudável.

Em conjunto, a prática de exercícios não deve ser deixada de lado. Para os pequenos, incentive atividades ao ar livre, se possível em contato com a natureza. Quanto mais tempo esperarmos, menores serão as chances de tratar esta doença silenciosa que, não distingue entre classes sociais para impactar severamente a saúde dos nossos pequenos.

 Dra. Patrícia Consorte é pediatra e especialista em nutrição materno-infantil.

Veículos: Jeep® lança exclusivo Jeep Graphic Studio

   Divulgação

No Brasil, os proprietários do Jeep Wrangler também podem fazer pedidos

A marca oferece adesivos texturizados que permitem destacar elementos como mapas topográficos ou madeira

Luís Alberto Alves/Hourpress

A Jeep® acaba de lançar no mercado norte-americano o primeiro Jeep Graphic Studio de todos os tempos. Com o objetivo de atender às necessidades dos consumidores de personalização de seus veículos, a marca criou este programa exclusivo para oferecer mais recursos para os modelos Jeep Wrangler e Gladiator nos Estados Unidos. No Brasil, os proprietários do Jeep Wrangler também podem fazer pedidos. Os adesivos são os primeiros a serem oferecidos diretamente pela marca Jeep e cada impressão personalizada é feita para garantir o encaixe e o acabamento adequados. Também pela primeira vez na história, a Jeep apresenta adesivos texturizados que destacam elementos estéticos, como linhas topográficas, de maneira nunca vista antes.

"Em cada evento que participamos e por meio de mensagens dos clientes que recebemos nas redes sociais, sabíamos que precisávamos criar uma maneira de oferecer a eles adesivos da mais alta qualidade com recursos inéditos na indústria. Sabemos que o Wrangler e o Gladiator são dois dos veículos mais personalizados de todos os tempos e agora nossos clientes têm outra maneira de tornar seu Jeep ainda mais pessoal", explica Jim Morrison, vice-presidente da Marca Jeep para América do Norte. 

Os produtos Jeep Graphic Studio custam a partir de US$ 40 e vão até US$ 165 e incluem inserções de shifter de impressora 3Dgráficos de capô ou inserções de para-choque. Todos os adesivos são feitos com o melhor vinil do setor para garantir durabilidade. Os produtos Jeep Graphic Studio possuem garantia de 5 ou 7 anos (dependendo do item) contra raios UV e descascamento. A cada pedido, o cliente receberá ferramentas e vídeos com instruções para a instalação.

Para mais informações, os clientes podem acessar o site JeepGraphicStudio.com.

Veículos: Confira 3 dicas da NGK para adaptar o veículo para GNV com segurança

   Divulgação


Multinacional japonesa ressalta a importância da revisão do sistema de ignição, que é mais exigido no veículo a gás

Redação

Com a alta nos preços dos combustíveis mais difundidos – gasolina e etanol –, a conversão de veículos para a utilização do gás natural veicular (GNV) registra um crescimento de 88,5% em 2021. De acordo com dados levantados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), mais de 160 mil conversões foram realizadas entre janeiro e setembro, ante 86 mil adaptações feitas no mesmo período do ano passado.

Enquanto proporciona economia – um veículo de entrada pode rodar até 12 km/m³ de gás –, funcionamento estável e baixo custo de manutenção, a conversão para o GNV também possui desvantagens, como espaço ocupado pelo cilindro de armazenamento e alto custo de instalação, cujo valor médio varia de R$ 4 mil a R$ 5 mil. Para ajudar o motorista a adaptar o veículo com segurança, a NGK – multinacional japonesa fabricante e especialista em velas de ignição – elencou três recomendações. Confira: 

  • Verifique o estado geral do veículo

A primeira recomendação de Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK do Brasil, é verificar o estado geral do veículo, sobretudo do motor e do sistema de injeção. “Um veículo com problemas estruturais ou de segurança terá dificuldade na homologação da conversão. Problemas no motor ou no sistema de injeção vão dificultar o ajuste do equipamento de gás, podendo gerar falhas de funcionamento e frustrações ao condutor”, afirma.

  • Faça uma revisão completa do sistema de ignição

Para garantir uma conversão segura, é fundamental fazer uma revisão completa do sistema de ignição, uma vez que esse sistema é mais exigido no veículo a gás, em razão da maior tensão para o centelhamento, e deve passar por revisões mais frequentes. “Caso não passe por manutenção, o veículo pode apresentar alguns problemas, como falha de ignição, flash over – quando a alta tensão passa pelo lado externo da vela, danificando componentes, como velas e cabos ou velas e bobina – e backfire, estouro no coletor de admissão”, explica Mori. O sensor de oxigênio, ou sonda lambda, também deve estar funcionando corretamente para o perfeito ajuste do equipamento de gás. 

Ainda precisam ser verificados com maior frequência outros sistemas do veículo, como sistemas de freios, suspensão e arrefecimento, que também podem ser sobrecarregados com uso do GNV.

  • Escolha uma oficina certificada para fazer a conversão 

De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a oficina escolhida para fazer a conversão deve ter certificação e contar com um engenheiro responsável pela instalação. Além disso, os equipamentos precisam ter certificação e nota fiscal para apresentação ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran), junto com a nota fiscal referente à instalação. O veículo convertido para GNV precisa ser aprovado na inspeção obrigatória para obtenção do Certificado de Segurança Veicular (CSV), que é emitido por organismos de certificação credenciados pelo Detran. Consulte o Detran e o Inmetro de seu estado para verificar eventuais mudanças de regras na legislação e lista de oficinas certificadas.

A conversão clandestina, com uso de equipamentos sucateados e execução do serviço por pessoas não habilitadas, causa uma série de problemas, sendo o primeiro a impossibilidade de homologação do veículo e emissão do Certificado de Segurança Veicular, isto é, o condutor não consegue legalizar o veículo. “Também pode colocar vidas em risco, tanto do motorista e dos passageiros quanto de pessoas que estejam próximas ao veículo”, afirma Mori, que salienta que o sistema é muito seguro se for instalado por uma oficina certificada.


Sobre a NGK

Fundada em 1936, em Nagoya, no Japão, a NGK é a maior fabricante e especialista mundial em velas de ignição, com forte presença em todos os continentes. 



Cidades: Representante da Cetesb nega que construção da cava subaquática foi prejudicial à população e peixe em Cubatão (SP)

    Gerson Nichollas


Segundo Marly, a pesca foi prejudicada com a construção da cava

Redação

Parlamentares da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Cavas Subaquáticas se reuniram, nesta quarta-feira (17/11), com a integrante da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental da Cetesb à época da construção da obra, Ana Cristina Pasini.

Ela afirmou que a construção da cava subaquática próximo ao Porto de Santos não proporcionou prejuízo à população local e aos peixes, já que análises aprofundadas foram realizadas especificamente sobre a qualidade da água.

"A cava foi um ganho ambiental grande da região, pois fizemos uma limpeza do material contaminado. Continua chegando assoreamento, porém o sedimento que chega no rio hoje não tem mais os contaminantes, ou seja, basicamente, chega areia", completou.

A representante do Instituto Sócio Ambiental e Cultural da Vila dos Pescadores (Isac), Marly Vicente, em Cubatão, localizada nas proximidades da cava subaquática, discordou das afirmações feitas por Ana Cristina.

"Em alguns momentos eu fico indignada, porque falam nesse projeto como se fosse uma maravilha. Na prática, não é nada disso. A cava foi construída em um dos locais onde os pescadores mais pescavam. Por isso, para nós a cava foi uma verdadeira agressão ao meio ambiente", afirmou Marly.

Devido a complexidade e a dimensão da cava subaquática, Ana Cristina afirmou que a Cetesb realizou diversas reuniões técnicas para a análise e a viabilidade do projeto, realizando o acompanhamento de forma "rigorosa, correta e honesta".

"Além de ser um projeto bem licenciado, foi uma boa solução para a região do porto de Santos. Porque ali, no passado, sempre passou todo tipo de poluição", afirmou.

Segundo Ana Cristina, esses sedimentos que estavam lá eram originados das indústrias próximas ao porto. "Elas lançavam seus dejetos sem muito controle, já que no passado não havia licenciamento ambiental. Esse sedimento tinha elementos tóxicos e foi retirado no leito do canal e está agora depositado dentro dessa cava de maneira segura", afirmou.

Segundo Marly, a pesca foi prejudicada com a construção da cava, já que a ela era muito mais abundante antes do projeto. Além disso, os pescadores da região se sentem vítimas e vilões ao mesmo tempo, já que tem o receio de entregar aos consumidores um produto que está contaminado. "O progresso é importante desde que esteja condizente com a preservação ambiental", disse.

O que é uma cava subaquática?

Cava subaquática é uma cratera aberta debaixo da água para despejo de sedimentos, lixo e materiais contaminados. A cava feita no estuário entre Santos e Cubatão é maior que o estádio do Maracanã, com dimensões de 400 metros de diâmetro por 25 metros de profundidade, e está preenchida por cerca de 2,4 bilhões de litros de sedimentos.

Cava Subaquática do Casqueiro

A cava foi aberta entre Santos e Cubatão e escavada sob responsabilidade da Usiminas e da VLI, empresa de logística da Vale, em 2017 para despejo de material retirado durante a dragagem (desassoreamento do fundo de canais) do canal de Piaçaguera.

Entretanto, antes da década de 70 não existiam políticas de prevenção aos dejetos altamente contaminados por metais pesados que circulavam pela região, o que perpetuou a concentração desses sedimentos no fundo do estuário durante as décadas de 60 e 70.

Esse processo ocorreu devido às atividades industriais que estavam mais afastadas da costa, sendo o canal de Piaçaguera aberto para possibilitar a navegação das embarcações que levavam matéria-prima à Cosipa (Companhia Siderúrgica Paulista), por exemplo, e que voltavam à costa com material acabado.



Cidades: Feira Preta retorna à Zona Norte de SP para homenagear a cultura afrodescendente


Divulgação
Evento acontece sempre no mês de novembro, em São Paulo

 

Ação acontece no Santana Parque Shopping em comemoração ao mês da Consciência Negra

 Redação

O maior evento de empreendedorismo da América Latina, a Feira Preta, retorna ao Santana Parque Shopping entre os dias 19 e 21 de novembro, em um formato de loja Pop-Up no segundo piso do empreendimento. No total, seis expositores trazem um pouco da cultura afro-brasileira em acessórios, peças de roupa, objetos de decoração, peças de arte e muito mais!

A iniciativa tem como foco homenagear o mês da Consciência Negra, data comemorada no dia 20 de novembro, e mostrar ao público o enorme talento de cada um dos expositores.

“A parceria com a Feira Preta por mais um ano reforça nossa missão de incentivo ao empreendedorismo. Nossos clientes e visitantes já estavam à espera de uma nova edição e é uma honra para o empreendimento difundir a cultura afro-brasileira tão potente em nosso país”, afirma Rodrigo Rufino, gerente de marketing do Santana Parque Shopping.

 Serviço 

Feira Preta Santana Parque Shopping

Quando: De 19/11 a 21/11

Onde: Segundo Piso do Santana Parque Shopping

Horário: Das xxh às xxh

Santana Parque Shopping
Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 – Santana
Mais informações: (11) 2238-3002 – www.santanaparqueshopping.com.br

Nota de Repúdio do ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos




Agência Brasil 
Como Estado Democrático de Direito o Brasil reconhece a vida como bem supremo, devendo ser resguardada a todos


 Homicídio de um indígena de 16 anos de idade, por arma de fogo, seguido de esquartejamento de seu corpo

Redação

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) manifesta sua discordância em face ao disposto no Procedimento nº 1.23.008.000394/2015-61, da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, em relação ao homicídio de um indígena de 16 anos de idade, por arma de fogo, seguido de esquartejamento de seu corpo, em razão de um ritual tradicional denominado “pajelança brava”, da etnia Munduruku – a punição aplicada ao referido adolescente, por sua respectiva comunidade, ocorreu porque o jovem indígena foi acusado de ter praticado magia negra.

A Câmara supracitada decidiu pela homologação do arquivamento promovido pelo procurador da República oficiante, acolhendo os fundamentos alegados por esse último, dentre eles a imperiosa necessidade de se resguardar a manifestação cultural da etnia e o fato de qualquer investigação judicial representar indesejável ofensa aos meios culturais de aplicação da justiça na comunidade indígena.

Em que pese serem reconhecidas as organização sociais, costumes, línguas, crenças e tradições dos povos indígenas, nos termos do artigo 231 da Constituição Federal de 1988, esta, em seu artigo 1º, inciso III, eleva a dignidade da pessoa humana como fundamento de nossa República, bem como garante a todos os brasileiros e estrangeiros a inviolabilidade do direito à vida, sendo expressamente vedado, pelo artigo 5º, inciso XLVII, alínea “a”, que haja pena de morte em nosso Ordenamento Jurídico, salvo em caso de guerra declarada.

Logo, como Estado Democrático de Direito o Brasil reconhece a vida como bem supremo, devendo ser resguardada a todos, sem distinção de qualquer natureza, até mesmo em relação a questões culturais. A conivência com a prática desumana supracitada representa verdadeira desvalorização da vida indígena, razão pela qual este Ministério manifesta seu repúdio à homologação do arquivamento em questão.


Opinião: Nova onda da #covid-19 assusta Europa

    Agência Brasil 

Aumento de novos casos da #covid-19 na Europa não pode ser desprezado pelo Brasil 

É igual cobra ferida na beira da estrada

*Luís Alberto Alves

Países #europeus começam a adotar restrições mais duras para combater a #covid-19, enquanto o #Brasil planeja um final de ano, no estilo liberou geral, sem uso de #máscaras e sinal para grandes eventos, como eventos ao ar livre, com aglomeração de público.

Será que nós somos mais espertos do que os #europeus e nos candidatamos a enfrentar outra avalanche de contaminados pela #covid-19? Na #Alemanha, país de Primeiro Mundo, a propagação da doença ganhou fôlego, com recorde de 312,4 por 100 mil pessoas, registrando 265 mortes a mais, o maior aumento num dia desde 27 de maio.

Bélgica, Bulgária, Croácia, Eslovênia, Estônia, Grécia, Hungria, Países Baixos, Polônia e a República Checa são os 10 dos 27 Estados-membros do bloco comunitário que estão classificados como estando numa situação de "preocupação muito alta", a mais elevada do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa), no que respeita à covid-19.

 

Preocupação alta

 

Já nos outros dez Estados-Membros (Alemanha, Áustria, Dinamarca, Eslováquia, Finlândia, Irlanda, Letônia, Lituânia, Luxemburgo e Romênia) estão referenciados como uma situação de "preocupação alta".

 

Portugal, Chipre e França estão catalogados como uma situação de "preocupação moderada" e a Espanha, Itália, Malta e Suécia estão classificados na categoria de "preocupação reduzida".

 

Estes números informam que a #covid-19 prossegue matando. Não é uma doença que possa merecer o desprezo de nossa parte. Todo cuidado é pouco. É igual cobra ferida na beira da estrada. O machucado não significa que ela deixou de ser perigosa.

 

Mais esperto

 

Porém, grande parte dos brasileiros se julga acima do bem e do mal. É mais esperto. Afinal de contas qual o motivo de continuar usando máscara? Quase 90% da população recebeu a vacina em duas doses. Todos se encontram imunizados contra a #covid-19.

 É nesta trilha de esperteza, cuja ingenuidade ocupa maior porcentual, que está aberta a brecha para novos casos da #covid-19 explodir. O prato cheio das festas de final de ano, depois #Carnaval, mais de 800 blocos de folia, só na capital paulista, juntos reunindo público de mais de 2 milhões.

Com a guarda baixa nos aeroportos, muitos turistas contaminados na Europa vão trazer o vírus da #covid-19 e espalhar a infecção, como ocorreu em 2020 e 2021. O resultado é conhecido por todos. Longe de mim pretender ensinar padre rezar missa, mas prudência e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém.

*Luís Alberto Alves, jornalista e editor do blogue Boca Ligeira


09 novembro 2021

Flash Back: 'Lá Vem o Negão': descubra como estão os integrantes do grupo Cravo e Ca...


Luís Alberto Alves

O grupo Cravo e Canela, que surgiu na Vila Carolina, Zona Norte de SP, região do bairro do Limão, estourou nas paradas da década de 1990 com o hit "La vem o negão", autoria do ex-cobrador de ônibus da extinta CMTC, Zelão, que em 1986 também escreveu a canção "Lábios de Mel", outro sucesso na voz de Branca di Neve. 

Flash black: Isley Brothers e a linda "The Highways of My Life"

Luís Alberto Alves/Hourpres Em 1973, a banda Isley Brothers lançava a bela "The Higways of My Love", que estourou nos bailes e rád...