06 outubro 2021

Variedades: Curitiba (PR) recebe maior coleção de itens de futebol americano da América do Sul

 Divulgação

Vários itens deste esporte estão expostos no local

Reconhecida pela NFL, a loja Sport America foi inaugurada no Shopping Palladium com uma exposição fixa de peças lendárias do esporte

Redação

Foi inaugurada no dia 3/10, no Shopping Palladium, em Curitiba, a loja Sport America, primeira reconhecida pela National Football League (NFL) no Brasil. Fruto do crescimento da paixão por futebol americano no país, o projeto foi concebido não apenas para trazer aos curitibanos itens oficiais da liga como também proporcionar uma experiência única ao público, com todas as premissas de uma fan shop.

“Temos aqui, sem a menor dúvida, a maior memorabília da NFL na América do Sul”, conta Marcelo Bevenuto, sócio-fundador da Sport America. Entre as grandes estrelas da loja estão uma réplica do troféu Vince Lombardi, do Super Bowl XLIV, e uma jersey de jogo  de Tom Brady, um dos maiores nomes da história do esporte.

A Sport America faz parte do grupo que leva o mesmo nome e é especializado em esportes americanos. Além de atender o público suprindo as demandas por equipamentos oficiais, a marca apoia mais de 50 equipes nacionais de futebol americano e patrocina campeonatos, tanto da categoria masculina quanto da feminina.

“Nossa missão é apoiar os esportes americanos no Brasil e promover o acesso do público a produtos exclusivos e com garantia de originalidade. Por isso, ter o apoio da NFL e o reconhecimento da liga é um passo histórico”, conta Cleverson Freitas, também sócio-fundador da empresa.

Com forte atuação no ecommerce e unidades físicas no Paraná e no Rio Grande do Sul, a marca comanda também as NBA Store da Região Sul, que são lojas dedicadas aos apaixonados por basquete e homologadas pela National Basketball Association (NBA).

A NBA Store Curitiba e a NBA Porto Alegre foram inauguradas, respectivamente, em 2020 e 2021. “Ainda esse ano prevemos a abertura de mais duas NBA Store, em Foz do Iguaçu e Balneário Camporiú”, conta Marcelo.

 

Memorabília da NFL

Quem entra na Sport America Palladium e vê a parede com 32 capacetes de futebol americano percebe rapidamente que está prestes a viver uma experiência única.

Ao caminhar pela loja, o fã logo encontra o capacete de Eli Manning, atleta dos Giants entre 2004 e 2019, Manning é famoso por ser o único quarterback a derrotar os Patriots, de Tom Brady, por duas vezes no Super Bowl (de 2007 e 2011), saindo como MVP da partida nas duas ocasiões.

Falando em Tom Brady, outra cortesia da NFL para a Sport America é a jersey usada pelo atleta quando atuava pelo New England Patriots. Brady é dono de diversos recordes da NFL, sendo o principal deles o de quarterback que mais vezes venceu o Super Bowl, vencendo sete das dez finais disputadas (seis vezes pelos Patriots e uma vez pelos Buccs).

Destaque também para a "The Duke" oficial (bola de jogo da NFL) autografada pelo Linebacker  Shaq Barret, que em fevereiro de 2021, após cinco temporadas e um título, conquistou seu segundo anel do Super Bowl ao vencer a edição 55 da competição. E, claro, a réplica do troféu Vince Lombardi em tamanho original, entregue na disputa do Super Bowl XLIV, entre New Orleans Saints e Indianapolis Colts, no dia 7 de fevereiro de 2010, no Hard Rock Stadium, em Miami.

O troféu original, produzido pela joalheria Tiffany, levou quatro meses para ser produzido. Feito em prata esterlina, tem 56 centímetros de altura e pesa em torno de três quilos. O icônico troféu foi entregue pela primeira vez em 1967 e batizado como “Vince Lombardi” em 1970, em homenagem ao técnico do Green Bay Packers.

 Grupo Sport America

A trajetória da marca começou em 2017, quando Marcelo Bevenuto e Cleverson Freitas levaram sua história dos campos de futebol americano para os negócios. Praticantes e apoiadores do esporte, os sócios criaram um modelo de negócio buscando fornecedores diretamente nos Estados Unidos e estabelecendo, no Brasil, um e-commerce e um pequeno showroom que depois se tornou uma loja física com mais de 100 m2.

Variedades: Conheça quatro obras de autores da "gota serena" do Nordeste



Campanha da Disal leva o leitor a uma viagem por cenários, personagens inesquecíveis e histórias cheias de identidade cultural

Redação

A região Nordeste pode até ser mais conhecida por suas paisagens exuberantes e pontos turísticos disputados, mas também é o berço de grandes autores da literatura brasileira. A Disal presta uma homenagem a este povo no Dia do Nordestino, 8 de outubro, com a indicação de obras emblemáticas. Do romance ao drama, a seleção celebra a riqueza cultural da região e suas figuras incríveis.

Difícil encontrar quem nunca ouviu falar de personagens como Chicó e João Grilo, do Auto da Compadecida,  ou dos escritores Jorge Amado e Ariano Suassuna.  Para quem já conhece, e também para as novas gerações, a Disal faz questão de prestar uma homenagem ao mesmo tempo em que incentiva a leitura de obras e autores da região.

Veja alguns exemplos da campanha da Disal na seleção abaixo:

 Auto da Compadecida – Ariano Suassuna

O "Auto da Compadecida" consegue o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. É uma peça teatral em forma de Auto em 3 atos, escrita em 1955 pelo autor paraibano Ariano Suassuna. Sendo um drama do Nordeste brasileiro, mescla elementos como a tradição da literatura de cordel, a comédia, traços do barroco católico brasileiro e, ainda, cultura popular e tradições religiosas.

Saiba mais: https://cutt.ly/IEKnduz

 

A morte e a morte de Quincas Berro D’Agua – Jorge Amado

Numa prosa inebriante, que tangencia o fantástico sem perder o olhar aguçado para as particularidades da sociedade baiana, Jorge Amado narra a história das várias mortes de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade. Algum tempo depois, Quincas é encontrado sem vida em seu quarto imundo. Sua envergonhada família tenta restituir-lhe a compostura, vesti-lo e enterrá-lo com decência; mas, no velório, os amigos de copo e farra dão-lhe cachaça, despem-no dos trajes formais e fazem-no voltar a ser o bom e velho Quincas Berro Dágua. Levado ao Pelourinho, o finado Quincas joga capoeira, abraça meretrizes, canta, ri e segue a farra em direção à sua segunda e agora apoteótica morte.

Saiba mais: https://cutt.ly/vEKmeBw

  

Memorial de Maria de Moura – Rachel de Queiroz

Romance maduro de Rachel de Queiroz, Memorial de Maria Moura traz em si todas as características literárias que consagraram a escritora, a primeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras. Narrado no Brasil rural do século XIX, o livro conta a saga de Maria Moura, personagem forte e sertaneja.

Ainda nova, Maria Moura passa por experiências dolorosas. Perde o pai e depois a mãe. O padrasto a alicia e a violenta. E mais: sua terra, herdada, se encontra sob ameaça de primos inescrupulosos. O agreste, a seca e a solidão poderiam ser os únicos companheiros dessa jornada. Maria, porém, é um retrato da vontade e do desejo da mulher nordestina, que entende o lugar de submissão em que a sociedade e a família querem colocá-la, mas não aceita se contentar com ele. À sua volta reúnem-se personagens apaixonados e leais, que clamam por participar de sua luta por justiça.

Saiba mais em: https://cutt.ly/JEKElYR

 

Vidas Secas – Graciliano Ramos

 Vidas secas acompanha a trajetória da família de Fabiano, Sinha Vitória, os dois filhos do casal e a cachorra Baleia na fuga do sertão em busca de oportunidades. É o romance em que Graciliano alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa: o que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro.

Saiba mais em: https://cutt.ly/9EKTg5f

Economia: Por que a educação financeira é importante para o brasileiro?

    Freepik

No Brasil, poucas pessoas conhecem educação financeira

Desvio na percepção de quanto ganha e gasta é um dos principais erros ao administrar o orçamento

Redação

Quando o assunto é educação financeira da população, o Brasil ocupa o 74º lugar no ranking mundial, de acordo com um levantamento da S&P (Standard and Poors) - agência de rating mundialmente renomada. Dados da pesquisa ainda apontam que as 15 primeiras posições são de países de primeiro mundo como Noruega, Dinamarca e Suécia, que ocupam os três primeiros lugares, respectivamente. Além de possuírem uma grande riqueza, os países investem na formação financeira dos cidadãos.  

Thiago Martello, fundador da Martello Educação Financeira, explica que o brasileiro carece da falta de planejamento financeiro por vários motivos, um dos principais é o erro na percepção de quanto se ganha e se gasta. “A grande “falta” está em não saber administrar as entradas e saídas mensalmente, por isso, muitos ficam no vermelho e/ou entram numa bola de neve”, comentou. 

Outro fator que desfavorece o Brasil na falha da organização do dinheiro é a inflação,  que impacta diretamente nos preços dos produtos e serviços, não só por interferir no poder de compra (desvalorização da moeda), mas também no ganho real dos investimentos.

 

Educação financeira em dia 

Abaixo, Thiago destaca os principais benefícios em ter uma saúde financeira em dia:

  • Bem-estar, qualidade de vida e saúde física e emocional;
  • Fortalecimento da estrutura familiar e social;
  • Realização de sonhos;
  • Planejamento do futuro: aposentadoria digna, tranquilidade para os herdeiros e sucessores;
  • Tranquilidade para cobrir imprevistos e emergências.

O brasileiro é “preguiçoso” ao administrar sua vida financeira 

Atualmente, temos mais de 60 milhões de brasileiros com o nome negativado no Serasa, ou seja, praticamente ¼ da população nacional está inadimplente, de acordo com dados divulgados pelo Serasa em julho. O cenário atual, de crise econômica há alguns anos e, agravado pela pandemia do novo coronavírus, contribui para a instabilidade financeira do país. Parte desse cenário acontece por falta de organização com o dinheiro, que muitas vezes exige um comportamento que as pessoas não têm. 

Ao falar de planilhas, apps e anotações para controle de todos os gastos, o brasileiro fica  “preguiçoso”, pois precisa de tempo, disciplina e dedicação. Diante da vida corrida, se torna quase que impossível operacionalizar esses registros de forma frequente e sistemática.

A partir do momento que alguém decide procurar um educador ou planejador financeiro, já pensa: “Nossa, terei que anotar tudo em uma planilha”, e isso acaba sendo um empecilho. Atualmente, há recursos que facilitam essa prática na rotina acelerada. Um exemplo é a metodologia aplicada pela empresa, que visa educar por meio do “desplanilhe-se”.

Thiago explica que o objetivo é ensinar as pessoas a usarem de forma correta, e totalmente, os recursos que o mercado disponibiliza, que muitas vezes elas já têm. Com isso, se tira proveito para que a organização financeira aconteça de forma automática e em tempo real. “Quando vencemos essa etapa de organização, vamos um pouco além, apresentamos uma forma de equilíbrio financeiro que coloca travas, também automáticas, para não estourar o orçamento, tudo isso adequado à realidade e prioridade das famílias”, explicou Thiago Martello. 

A grande maioria dos clientes chega em uma situação bem delicada, alguns deles não enxergam mais saída, sem luz no fim do túnel, ou seja, quase sempre o brasileiro é pego pela dor e não pelo amor, de acordo com dados registrados pela própria Martello.

 Falta da educação financeira em longo prazo 

A longo prazo, imprevistos para quem não possui educação financeira são muito perigosos. Eventos como compra de remédios, dar sequência a um inventário ou pagar uma dívida muito alta, que surgiu do “nada”, podem comprometer outras pessoas, além de quem sofreu esses contratempos, como parentes e amigos, que acabam dando uma “mão amiga” em momentos de urgência. 

“Há pesquisas que indicam que parte do comprometimento da renda dos adultos da geração X, nascidos entre 1965 e 1980, e Y, nascidos entre 1981 e 1995,  é justamente para ajudar os pais, que entram na terceira idade com uma dependência financeira, por exemplo”, explica Martello.

A situação pode se agravar ainda mais quando a falta de educação financeira começa a afetar as contas básicas, como conta de luz, combustível e até mesmo alimentação. Além disso, esse fator da “falta” de organização com o dinheiro pode custar a estrutura familiar, ou até mesmo a vida de um indivíduo, como no caso de uma pessoa sem planejamento.

“Vale ressaltar que a educação financeira deve ser a base, pois permeia e impacta outras áreas da vida das pessoas. Além disso, em uma esfera mais ampla, a falta de organização com o dinheiro impacta diretamente no cenário econômico e geração de riqueza do país”, comenta Martello. 

A longo prazo, a tendência de um país com uma população sem educação financeira é se tornar cada vez mais pobre, com maior distância entre classes sociais e, com isso, muitos problemas associados, como aumento do índice de criminalidade e violência. o de saúde, dependendo do sistema público, para o tratamento de uma doença grave. 

 

Economia: Cartão de crédito é um grande vilão?

    Arquivo

O cartão de crédito não pode ser usado como complemento de salário

O que eleva os preços a todos os clientes

*Ricardo Maila Hiraki

O desenvolvimento econômico de muitos países se baseia no crédito e consumo que sua população realiza, e talvez o maior símbolo da sociedade nas últimas décadas seja o cartão de crédito.

Em estudos americanos existem basicamente dois grupos de clientes que utilizam esse meio de pagamento.

Em um primeiro grupo, que representa metade dos usuários, temos as pessoas que pagam as faturas mensais em dia e não pagam juros adicionais, porém todos os seus consumos geram um custo para os vendedores de 1.5% até 3.5%, o que eleva os preços a todos os clientes.

Do outro lado, existe uma outra metade de compradores que deixam de pagar a fatura em dia e consomem juros adicionais, além da transação de compra.

Assim, o cartão de crédito adiciona na média dos preços dos produtos e serviços aproximadamente 8%.

Emissores de cartões de crédito querem fugir daqueles clientes que não podem pagar, mas querem estar muito próximos daqueles que são bons pagadores, mas que eventualmente se desorganizam e pagam juros adicionais, e é nisso que apostam usando várias técnicas.

Técnicas do cartão de crédito

As principais estratégias para o lucro com o cartão de crédito, são fáceis de identificar.

Por exemplo, as versões de cores dos cartões, afinal, esse é um modo de mostrar status social e de pertencer a um grupo.

Dessa forma, os cartões black se tornaram desejados e é um modo de gerar mais consumos.

Além disso, temos também o programa de pontos gera uma sensação de estar ganhando algo que não teria.

Porém, a tática gera um gatilho para atrair as pessoas que muitas vezes deixam de resgatar ou então os custos de anuidades superaram os prêmios.

Outro ponto a observar é que, no Brasil criamos uma armadilha adicional: a oportunidade de parcelar compras.

Se já era um desafio conseguir controlar o consumo sem ver o dinheiro sair da conta e com o pagamento em 30 dias depois, imagine parcelando diversas compras? Os riscos de um desequilíbrio só tendem a crescer.

Consequências e cuidados 

Quando pensamos do ponto de vista social, o cartão de crédito se tornou mais um gerador de desigualdade social.

Afinal, consumidores mais simples têm menos benefícios e maiores riscos de inadimplir, ficando presos aos juros, porém consumidores com maior renda têm mais benefícios e caminhos mais sólidos para não se endividar.

Enquanto isso, as empresas de cartões de crédito e meio de pagamento lucram centenas de bilhões de reais ao ano.

Mas como combater isso? Educação financeira é a solução.

Lembre-se de se planejar e estabelecer seus limites em todo começo ou fim de mês, para assim conseguir visualizar o seu fluxo mensal.

Além disso, é importante avaliar seu comportamento e saber identificar suas dificuldades, e se for o caso, não tenha um cartão de crédito para emergências, mas sim uma reserva própria.

*Ricardo Hiraki  - É administrador e pós-graduado pela FGV e Mackenzie e foi Head  de Gestão Financeira por quase dez anos no mundo corporativo.

Política: Comissão aprova obrigatoriedade de cartazes de alerta contra uso de anabolizantes em academias

Os cartazes deverão alertar sobre os danos provocados à saúde por anabolizantes


Proposta aprovada estabelece que os cartazes deverão ser afixados em todos os pavimentos do estabelecimento, em locais visíveis a todos

 Agência Câmara

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou proposta que obriga academias de ginástica, clubes e outros estabelecimentos destinados ao ensino e à prática de atividades físicas a exibirem cartazes alertando sobre os danos à saúde causados por esteroides anabolizantes.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), ao Projeto de Lei 1236/20, do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), e seu apensado, PL 250/21, do deputado Roberto de Lucena (Pode-SP).

"Concordamos com a justificativa apresentada pelos autores em relação aos efeitos colaterais negativos provocados pelo uso de anabolizantes”, disse a relatora.

Entre os efeitos apontados estão: aumento de acnes, queda de cabelo, distúrbios da função do fígado, explosões de ira ou comportamento agressivo, paranoia, alucinações, psicoses, coágulos de sangue, retenção de líquido no organismo, aumento da pressão arterial e outros.

Segundo o substitutivo, os cartazes deverão ser legíveis e afixados em todos os pavimentos do estabelecimento em local visível a todos e possuírem dimensões mínimas de 80 x 50 centímetros.

O descumprimento da medida sujeita o infrator a multa diária de mil reais.

Tramitação
A proposta será ainda analisada, em
caráter conclusivo, pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei


Política: Prova de vida no INSS deixa de ser obrigatória até o fim do ano

    Agência Brasil

Prova de vida deixa de ser obrigatória até o final de 2021

As alterações foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (6)

Agência Câmara

O presidente Jair Bolsonaro promulgou trechos de propostas legislativas cujos vetos foram derrubados pelo Congresso Nacional na semana passada. As alterações foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (6).

Com isso, está agora suspensa durante o ano de 2021 a comprovação de vida perante o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para que os segurados continuem a receber os proventos. O dispositivo, que consta do Projeto de Lei 385/21, do Senado, acabou reintroduzido na Lei 14.199/21.


Polícia: Alta de sequestro de dados aumenta a busca por profissionais de cibersegurança

Com este tipo de crime, aumenta a demanda por profissionais de cibersegurança

 

Garantir a segurança das informações é essencial para toda e qualquer empresa

*Paulo Exel

O Brasil é o quinto maior alvo de crimes cibernéticos do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e África do Sul, de acordo com um levantamento realizado pela Roland Berger, uma consultoria estratégica global. A estimativa é que esses ataques gerem perdas globais próximos à casa dos US$ 6 trilhões. O caso mais recente que acompanhei foi  o da operadora de turismo CVC, que deixou a central de atendimento da empresa temporariamente indisponível.

Conforme esse tipo de crime aumenta, tenho visto crescer também a demanda por profissionais de cibersegurança. Só na Yoctoo, consultoria de recrutamento e seleção especializada em tecnologia, a nossa busca por esses especialistas saltou de 15% em 2019, para 25% de todas as vagas para as quais recrutamos em 2020. Ao que tudo indica, em 2021, com a contínua consolidação da transformação digital nas empresas, esse número será ainda mais expressivo.

Na minha opinião, um dos principais motivos dessa alta é a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o anúncio da aplicação de multas para as empresas que não cumprirem com as regras. Mas, não é só isso. Felizmente, hoje, muitas organizações estão mais conscientes da necessidade de se protegerem contra vazamentos de dados e ataques de hackers. Assim, essa área está se tornando cada dia mais essencial e, promissora, do ponto de vista de trilhas de carreira em tecnologia.

Formação do profissional de cibersegurança

Para quem deseja atuar em cibersegurança, o mais recomendado é ter uma graduação na área de tecnologia. Depois, é interessante buscar uma especialização, como um MBA em Gestão de Segurança da Informação. As certificações também são importantes e muito apreciadas pelos recrutadores, com destaque para a CCNP, PCI DSS, COBIT, Ethical Hacking Essentials, CSIRT Foundation e Privacy & Data Protection, entre outras que podem variar de acordo com o segmento de mercado em que se pretende atuar ou a tecnologia adotada pela empresa.

Com uma boa formação, o próximo passo é escolher um direcionamento para a carreira, que pode ser tanto para a área técnica, voltada à operação de sistemas, monitoramento e ferramentas; quanto para a área de gestão, onde o profissional irá atuar nas políticas de risco, governança e atendimentos às legislações internacionais e locais. Mas atenção, não adianta o profissional dispor de ferramentas avançadas, se a empresa não estiver engajada no processo de conscientização da cultura de segurança.

Principais motivos da alta da demanda

Um ponto relevante sobre o aumento na procura por esses profissionais, no meu entendimento como especialista, é que, até bem pouco tempo atrás, a segurança era uma preocupação exclusiva de empresas com grandes aparatos de tecnologia ou produção de informação, tais como bancos, seguradoras, operadoras de telecom, fintechs, e empresas provedoras de serviços de tecnologia. Hoje, garantir a segurança das informações é essencial para toda e qualquer empresa, independentemente do porte ou segmento, é uma questão de sobrevivência. Quem já sofreu um ataque ou vazamento sabe bem os impactos negativos que isso pode causar: perda de dados importantes, financeiro e, claro, na credibilidade da marca. Como reflexo desse cenário, profissionais dessa área passaram a ser valorizados pelo mercado.

Faixas salariais médias

Os salários de um analista de segurança de informação variam de R$ 4 a R$ 10 mil. Já um especialista ganha entre R$ 13 e R$ 16 mil e um coordenador, entre R$ 17 e R$ 20 mil. Enquanto quem está no topo da carreira, em cargos de gerência e diretoria, esse número pode variar entre R$ 25 e R$ 35 mil mensais.

Então, se você quer se tornar um profissional de cibersegurança, saiba que para estar bem-posicionado salarialmente, precisará estar em constante desenvolvimento. Afinal, novas formas de crimes cibernéticos estão sempre evoluindo e, é preciso ter um perfil analítico, orientado à resolução de problemas e, capaz de fazer simulações de ataques e defesas a fim de observar as vulnerabilidades constantes de um ambiente. Somado a isso, destaco a habilidade de entender sobre o negócio da empresa ao qual trabalha e saber traduzir esse ambiente técnico em linguagem de negócio.

Além disso, sugiro que mantenha seu networking em dia. Trocar experiências com outros profissionais da área é a melhor maneira de ficar por dentro de tudo o que acontece – inclusive sobre quais são as melhores vagas disponíveis no mercado!

Da mesma forma, busque proximidade com um headhunter de sua confiança. Esses profissionais geralmente são os termômetros do mercado e poderão te ajudar a dar novas perspectivas sobre quais são as principais habilidades demandadas no momento, além de dividir com você os cenários e desafios em atuar em determinadas áreas, tipos de empresas e segmentos. 

Espero que esse conteúdo tenha te ajudado a entender mais sobre uma das áreas mais promissoras no mundo pós-pandemia.

*Paulo Exel é administrador de empresas com MBA em Gestão Estratégica de Negócios e Certificação Profissional em Coach.

Polícia: Justiça pega depoimento de testemunhas sobre a morte do garoto Henry Borel

    Agência Brasil

O ex-vereador Jairo dos Santos Souza é acusado de matar o menino

Crime foi em março e chocou a opinião pública

Agência Brasil 

menino Henry Borel. Estão previstos depoimentos de 12 testemunhas de acusação. A juíza Elizabeth Machado Louro, do Tribunal de Júri, determinou que, por questões de segurança, as testemunhas da defesa sejam ouvidas em outra ocasião. 

O menino Henry Borel, de 4 anos, morreu no dia 8 de março deste ano. Segundo denúncia do Ministério Público (MPRJ), ele foi vítima de torturas feitas pelo padrasto, o ex-vereador Jairo dos Santos Souza, conhecido por doutor Jairinho, em seu apartamento na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Além do ex-vereador, a mãe do menino, Monique Medeiros, também é acusada do crime. 

Jairinho vai prestar depoimento por videoconferência a partir do presídio Wellington de Oliveira, em Gericinó. Monique, que também está presa, vai comparecer ao Tribunal de Justiça. Ambos estão presos desde abril.

A ex-mulher de Jairinho, Ana Carolina Ferreira Netto, teve negado pela Justiça o pedido de dispensa para testemunhar.

Polícia: Polícia Federal apreende 5 toneladas de cocaína no porto do Rio de Janeiro

    Polícia Federal

 A droga estava escondida em caixas de sabão em pó

Segundo a PF, esta é a maior carga da droga apreendida no estado

Agência Brasil 

Agentes da Policia Federal apreenderam cinco toneladas de cocaína, na noite de terça-feira (5), no porto do Rio de Janeiro. A droga estava em caixas de sabão em pó, em dois contêineres, e o destino seria Moçambique, na África. Segundo a PF, esta é a maior carga da droga apreendida no estado.

A operação começou na manhã da terça-feira e contou com o apoio de agentes da Receita Federal.

Com a ajuda de cães farejadores, os agentes encontraram um carregamento de 4,3 toneladas da droga em um contêiner. Enquanto descarregavam a droga, uma outra equipe localizou mais 700 quilos de cocaína em um outro container. Nas duas situações, a droga estava escondida em caixas de sabão em pó.

Cidades: Procon-SP notifica Facebook por falha em aplicativos

    Agência Brasil

A falha deixou fora do ar, por 6h, Whatsapp, Facebook e Instagram

Empresa menciona problemas internos na rede

Agência Brasil 

O Procon de São Paulo notificou o Facebook no Brasil para explicar a falha que deixou os serviços da empresa fora do ar na última segunda-feira (4). WhatsApp, Facebook e Instagram, integrantes da mesma empresa, ficaram sem funcionar por mais de seis horas.

Segundo o órgão de defesa do consumidor, se o problema não tiver sido causado por um evento externo, fora do controle da empresa, pode haver responsabilização. 

“O Procon-SP pretende identificar as causas da pane geral e punir as empresas com multas superiores a R$ 10 milhões, salvo se houver justificativa de evento fortuito, externo e incontrolável, e assim fixar responsabilidades para futuras ações individuais reparatórias”, disse o diretor do Procon, Fernando Capez.

Providências

Além de esclarecimentos sobre as razões do mau funcionamento, o Procon deseja que a empresa explique as providências tomadas para restabelecer os serviços e reduzir os impactos da interrupção para os usuários. Foi solicitado, ainda, que seja detalhado o tempo exato e quantas pessoas foram afetadas pelo problema no estado de São Paulo.

O Facebook disse que está disponível para dar os esclarecimentos necessários. “Sabemos da importância de nossos produtos e serviços para pessoas e empresas. Trabalhamos arduamente para restaurar o acesso a nossos aplicativos o mais rápido possível, o que ocorreu em algumas horas”, disse nota da empresa.

Os diretores da sede da empresa, nos Estados Unidos, atribuíram a falha, que afetou o funcionamento dos aplicativos em todo o mundo, a problemas internos na rede da companhia.










Cidades: Fechamento gradual das bilheterias de metrô em SP começa nesta sexta (8)

    Agência Brasil

Os bilhetes deixarão de ser vendidos das 6h às 10h e das 16h às 20h nas estações

Até o fim do ano, bilhetes deverão ser vendido apenas digitalmente


Agência Brasil 

A partir desta sexta-feira (8), a Secretaria de Transporte Metropolitanos (STM) do governo paulista vai iniciar o encerramento gradual das bilheterias físicas nas estações de metrô e trem. 

O serviço deixará de ser presencial das 6h às 10h e das 16h às 20h nas estações Belém, do Metrô, e Granja Julieta, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A previsão é que até o final deste ano todas as bilheterias sejam fechadas e a compra dos bilhetes seja feita apenas de forma digital.

De acordo com o governo de São Paulo, a medida representará uma redução de R$ 100 milhões anuais nos custos operacionais. A STM informou também que os funcionários que atuam nessas áreas vão ser direcionados para outras atribuições dentro das estações. Nas estações Belém e Granja Julieta, o serviço de venda na bilheteria será encerrado por completo no dia 15 de outubro. 

Os passageiros poderão comprar bilhetes pelo aplicativo TOP, por meio do WhatsApp com pagamento por PIX, nas máquinas de autoatendimento e em estabelecimentos comerciais que prestarão o serviço de venda no entorno das estações. A passagem na catraca pode ser feita com um código QR Code desde dezembro. A secretaria esclarece que os bilhetes BOM e Bilhete Único continuam funcionando normalmente. Também estão válidos os antigos bilhetes de papel que podem ser usados nas catracas.

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo é crítico do plano de substituição das bilheterias. Em nota, a entidade avalia que a mudança vai prejudicar os usuários e provocará desemprego nas empresas terceirizadas que vendem os bilhetes. O sindicato aponta ainda que o novo modelo pode afetar o trabalho das equipes da estação e de segurança, pois os passageiros devem recorrer a eles quando tiverem problemas com bilhete. Além disso, os metroviários pedem transparência na contratação das empresas dos novos serviços.

Nos primeiros 30 dias de mudança na venda das passagens haverá uma equipe de reforço para orientar os usuários. A secretaria também promete que haverá orientações nas plataformas digitais para compra, além de comunicação nas redes sociais e por SMS. Ainda de acordo com a secretaria, 2 mil estabelecimentos já estão cadastrados para vender bilhetes ao redor das estações e a projeção é chegar a 6 mil postos até o fim de 2022.



Flash black: Isley Brothers e a linda "The Highways of My Life"

Luís Alberto Alves/Hourpres Em 1973, a banda Isley Brothers lançava a bela "The Higways of My Love", que estourou nos bailes e rád...